Por Valeria Campos, de Goiânia (GO)
Em 2024, a pecuária brasileira bateu recordes de produção de carne, de exportação e de disponibilidade para o mercado interno. Esse desempenho atestou, mais uma vez, a potência da atividade verde e amarela ao levar segurança alimentar para diversos países e ao trazer dividendos ao Brasil.
Como motor desse crescimento, o setor tem investido em diversas áreas para elevar a qualidade da proteína animal, e nesta lista, os aportes em tecnologias estão em alta. Os números comprovam. Em 30 anos, o País aumentou em 190% a sua produtividade na pecuária brasileira, compartilha Maurício Palma Nogueira, sócio Diretor da Athenagro.
E a tendência agora é que essa ampliação continue, pois a atividade entrou em um ambiente extremamente competitivo. “Ou você faz, ou você sai do mercado, o que antes era coisa de visionário, hoje já é obrigação. Então a tendência é só aumentar o aporte tecnológico”, projeta Maurício.
Para tanto, diz o sócio Diretor da Athenagro, o produtor precisa se planejar, ter um horizonte de previsibilidade ou, pelo menos, possuir os alertas que podem mudar essa previsibilidade. “Estamos entrando em um momento que tende a dar um pouco mais de segurança para fazer investimentos, especialmente em tecnologia”.

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