Bolsa de Suínos de SP reduz cotação do animal vivo para R$ 6,67/kg
Preço de referência recua cerca de 6% em relação à semana anterior; boletim da APCS registra 21.780 animais comercializados.
Preço de referência recua cerca de 6% em relação à semana anterior; boletim da APCS registra 21.780 animais comercializados.
Oferta restrita de animais e demanda firme impulsionaram as cotações, que registraram novas máximas entre outubro e novembro.
Demanda aquecida e menor oferta impulsionaram os preços em outubro, mas indicadores de novembro já apontam recuos.
Empresas norueguesas ampliam o uso de proteína avícola nas rações, enquanto estudos avaliam desempenho e aceitação do ingrediente.
Preparar-se para decidir melhor O agro brasileiro convive com uma exigência permanente: produzir com eficiência enquanto se adapta às mudanças que influenciam custos, mercados e investimentos. Da porteira para dentro, tecnologia e…
Avicultura, bovinocultura, suinocultura, aquicultura e mercado — o que move a proteína animal, setor a setor, atualizado ao longo do dia.
Oferta restrita de animais e demanda firme impulsionaram as cotações, que registraram novas máximas entre outubro e novembro.
Valor médio recua para R$ 2,76 por litro; captação cresce 2,16% e importações avançam 8,38%, segundo levantamento do Cepea.
Empresas norueguesas ampliam o uso de proteína avícola nas rações, enquanto estudos avaliam desempenho e aceitação do ingrediente.
Caso identificado em 3 de novembro permanece dentro da área de restrição.
Preço de referência recua cerca de 6% em relação à semana anterior; boletim da APCS registra 21.780 animais comercializados.
Demanda aquecida e menor oferta impulsionaram os preços em outubro, mas indicadores de novembro já apontam recuos.
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