As exportações brasileiras somaram US$ 34,12 bilhões em julho de 2026, crescimento de 6,2% sobre o mesmo mês do ano passado. Entre os destaques ligados ao agronegócio e à proteína animal estão as carnes de aves e os animais vivos, segundo a balança comercial divulgada pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).
No mês, as exportações da agropecuária cresceram 9,3%, com aumento de US$ 670 milhões frente a julho de 2025. Entre os produtos que contribuíram para o desempenho, os embarques de animais vivos, excluídos pescados e crustáceos, avançaram 29,9%, acrescentando US$ 30 milhões às vendas externas.
Aves ganham espaço no comércio exterior
Na indústria de transformação, as exportações de carnes de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas registraram crescimento de 31,8% em julho, com acréscimo de US$ 220 milhões na comparação anual.

O avanço ocorreu mesmo com desempenho desigual entre os mercados. Na América do Norte, por exemplo, as vendas de carnes de aves recuaram 50,7% no mês, enquanto outros destinos ajudaram a sustentar o crescimento geral dos embarques brasileiros.
Carne bovina cresce 30,1% no acumulado
Entre janeiro e julho, as exportações brasileiras atingiram US$ 218,55 bilhões, alta de 10,5% sobre igual período de 2025. No segmento de proteína animal, a carne bovina fresca, refrigerada ou congelada avançou 30,1%, adicionando US$ 2,43 bilhões, enquanto as carnes de aves cresceram 20%, com aumento de US$ 1,01 bilhão.
Os animais vivos também se destacaram no acumulado, com crescimento de 67,8% e acréscimo de US$ 410 milhões às exportações brasileiras.



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