A São Salvador Alimentos (SSA) investiu cerca de R$ 1 bilhão nos últimos cinco anos em diferentes etapas de sua cadeia produtiva. Durante o Salão Internacional de Proteína Animal (SIAVS) 2026, realizado de 4 a 6 de agosto, em São Paulo (SP), o CEO da companhia, Hugo Souza, também revelou a intenção de implantar uma segunda linha de produção na unidade de Nova Veneza (GO) e destacou que a empresa já comercializou seus produtos em 96 países.
Segundo o executivo, os investimentos recentes alcançaram todas as unidades da SSA e tiveram entre os principais focos a modernização e a automação dos processos industriais.
“Nos últimos cinco anos, investimos cerca de R$ 1 bilhão em todas as etapas da cadeia. Investimos bastante também em automação de todas as nossas plantas”, afirma Souza.
R$ 1 bilhão impulsiona automação e capacidade
Entre as etapas que receberam investimentos estão processos como desossa e evisceração. De acordo com Souza, a estratégia é manter os aportes para sustentar o avanço da produção e ampliar a capacidade industrial. Um dos próximos movimentos planejados é a implantação de uma segunda linha de produção na unidade de Nova Veneza.
“A nossa intenção é crescer e aumentar uma segunda linha de produção na unidade Nova Veneza. Temos oportunidades de crescimento tanto no mercado interno quanto no mercado externo”, explica.

SSA já comercializou produtos em 96 países
A expansão internacional é outra frente da estratégia. Segundo o CEO, o Brasil possui mais de 150 mercados abertos às exportações do setor, enquanto a São Salvador Alimentos já comercializou seus produtos em 96 países ao longo de sua atuação.
A companhia pretende continuar buscando novos destinos e ampliando a presença de seus produtos no exterior. “A SSA já vendeu seus produtos para 96 países e a gente continua expandindo e aumentando novos mercados”, destaca Souza.
Processados entram na estratégia de crescimento
No mercado brasileiro, a empresa também pretende elevar a produção, principalmente no segmento de alimentos processados e preparados.
De acordo com Souza, a estratégia acompanha a demanda por produtos que ofereçam maior praticidade ao consumidor e complementa os planos de crescimento da produção de frango.
“Dentro do Brasil, continuamos aumentando nossa produção, principalmente em produtos processados e mais preparados, que levam mais praticidade para o consumidor”, conclui.



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