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Alta na arroba do boi gordo e da novilha reforça tendência de recuperação no mercado

Por Caroline Mendes
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Caroline Mendes – caroline@dc7comunia.com.br

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O mercado do boi gordo encerrou a semana com preços mais firmes nas principais praças pecuárias do país, segundo o boletim Tem Boi na Linha, da Scot Consultoria, de 10 de outubro. Em São Paulo, a arroba do boi gordo subiu R$ 2,00, cotada a R$ 307,00, enquanto a novilha teve valorização de R$ 1,00, chegando a R$ 295,00/@. O preço da vaca permaneceu em R$ 282,00/@, e o do “boi China” se manteve em R$ 310,00/@, com ágio de R$ 3,00/@.

A consultoria aponta que, embora a oferta de animais ainda supra a demanda dos frigoríficos, a disponibilidade está menor do que nos dias anteriores, com os vendedores mais retraídos. O escoamento da carne dá sinais de melhora, mas segue abaixo do esperado pela indústria. As escalas de abate estão, em média, programadas para nove dias.

No Mato Grosso do Sul, a menor oferta de bovinos também tem dado sustentação aos preços. Em Dourados e Campo Grande, o boi gordo subiu R$ 1,00/@, sendo negociado entre R$ 314,00 e R$ 315,00/@, enquanto a vaca e a novilha mantiveram estabilidade. Já em Três Lagoas, a novilha teve alta de R$ 3,00/@, chegando a R$ 298,00/@. O “boi China” foi cotado em R$ 318,00/@, com ágio de até R$ 4,00/@ em algumas regiões.

No mercado futuro, os contratos na B3 também indicam viés positivo. A arroba para novembro de 2025 foi negociada a R$ 323,75, enquanto dezembro fechou em R$ 328,95/@, refletindo expectativas de sustentação dos preços no curto prazo.

Em Alagoas, o mercado permanece estável, com o boi gordo a R$ 295,00/@, a vaca a R$ 275,00/@ e a novilha a R$ 285,00/@, sem referências de exportação (“boi China”).

No mercado futuro, os contratos na B3 também indicam viés positivo. A arroba para novembro de 2025 foi negociada a R$ 323,75, enquanto dezembro fechou em R$ 328,95/@, refletindo expectativas de sustentação dos preços no curto prazo.

O boletim destaca ainda a Carta Insumos, que aponta aumento nos custos com fertilizantes em Mato Grosso do Sul, e a Carta Conjuntura, que aborda o impacto da Rota Bioceânica na competitividade do agronegócio brasileiro frente à Ásia.

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