A balança comercial brasileira acumulou superávit de US$ 4,95 bilhões até a terceira semana de julho de 2026. No período, as exportações somaram US$ 19,383 bilhões e as importações, US$ 14,433 bilhões, levando a corrente de comércio a US$ 33,816 bilhões.
Somente entre os dias 13 e 17, o país exportou US$ 6,113 bilhões e importou US$ 5,587 bilhões, com saldo positivo de US$ 526 milhões. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).
Vendas externas avançam
A média diária das exportações alcançou US$ 1,491 bilhão até a terceira semana, crescimento de 6,7% em relação a julho de 2025. Nas importações, a média diária foi de US$ 1,110 bilhão, alta de 1,6%. A corrente de comércio avançou 4,5% na mesma comparação.

Entre os setores exportadores, a agropecuária cresceu 6,5% pela média diária, com acréscimo de US$ 20,29 milhões. A indústria extrativa avançou 17,2%, enquanto a indústria de transformação registrou alta de 1,4%.
Soja e aves puxam resultado
Na agropecuária, a soja apresentou aumento de 16,9%, com acréscimo de US$ 36,65 milhões na média diária. Também cresceram as vendas de algodão em bruto, animais vivos e tabaco.
Na indústria de transformação, os embarques de farelo de soja e outros alimentos para animais avançaram 52,9%, adicionando US$ 17,55 milhões à média diária. As exportações de carnes de aves e miudezas comestíveis cresceram 39,1%, com aumento de US$ 11,60 milhões.
No acumulado de janeiro até a terceira semana de julho, o Brasil exportou US$ 204,156 bilhões e importou US$ 156,848 bilhões. O saldo comercial no ano chegou a US$ 47,308 bilhões. Os números são preliminares e poderão ser revisados após a consolidação mensal.




