O Feedlot Summit, evento que chegou ao fim na última sexta-feira (18) em Goiânia, é hoje um dos principais pontos de encontro da pecuária intensiva brasileira, e para a FS, participar do evento é estratégico, com destaque pelo perfil do público que utiliza os ingredientes da produzidos pelas indústrias de etanol de milho. “Com o confinamento brasileiro caminhando para um novo recorde em 2026 e uma concentração muito forte no Centro-Oeste, o evento é realizado no epicentro do nosso mercado. Somos uma produtora de etanol e nutrição animal nascida em Mato Grosso, a região que mais processa milho e uma das que mais confina gado no país, então o Feedlot Summit é o espaço natural para aproximar ciência, indústria e campo, o que é a essência do nosso trabalho”, afirmou Jefferson Duque Albino, Gerente Comercial de Nutrição Animal da FS Fueling Sustainability.
Destaques da participação da FS no evento
A FS destacou durante o Feedlot Summit 2026 o seu portfólio de nutrição animal, FS Essencial (HPDDG), FS Ouro (DFS) e FS Úmido (WFS) e, principalmente, a ciência que sustenta cada um deles. Por meio do FScience, iniciativa que apoia e conecta ciência, indústria e campo, A FS chega ao Feedlot Summit com um acervo robusto de estudos em bovinocultura de corte conduzidos com instituições como UFMT, UFLA, ESALQ/USP, APTA Colina e centros de pesquisa privados, mostrando na prática o desempenho dos produtos em confinamento, em terminação intensiva a pasto (TIP) e na recria intensiva a pasto (RIP). “Mais do que apresentar os insumos da indústria apresentamos resultados que têm impacto dentro da porteira: ganho de peso, conversão alimentar, acabamento de carcaça e retorno econômico comprovados. Nossos times comercial e técnico estiveram no evento para dialogar diretamente com cada produtor sobre a melhor estratégia de inclusão para o sistema dele”, explicou Albino.
DDG e DDGS: a evolução nutricional da bovinocultura, especialmente em
Olhando para os grãos de destilaria na pecuária, podemos dizer que a evolução mais importante é de percepção: o DDG/DDGS deixou de ser visto como um subproduto para se firmar como ingrediente estratégico, recentemente reconhecido e regulamentado pelo MAPA. “E isso está diretamente ligado ao crescimento da indústria de etanol de milho no Brasil, sobretudo no Centro-Oeste. À medida que essa cadeia amadureceu, o mercado passou a ter volume constante, padronização e rastreabilidade, condições que a FS sempre trabalhou, com compromisso em oferecer segurança para o nutricionista/produtor formular com uma matriz nutricional confiável”, destaca Jefferson Albino. “Do ponto de vista técnico, a grande virada é entregar energia e proteína em um só produto, sem carregar amido. O gargalo das dietas de alto grão é a acidose: o milho moído fermenta rápido, derruba o pH ruminal e compromete consumo, conversão e rentabilidade. Nossos ingredientes de biorrefinaria entregam alta densidade energética com amido residual, o que preserva a estabilidade ruminal sem abrir mão do desempenho. É uma resposta direta a um dos principais desafios da intensificação da pecuária brasileira”, diz.
O portfólio da FS cobre diferentes sistemas de produção:
- O FS Essencial (HPDDG) é a nossa fonte de alta proteína, com cerca de 45% de PB e alto teor de proteína bypass (PNDR). Estudo conduzido com a UFMT e a UFLA mostrou que ele pode substituir 100% do farelo de soja em suplementos para bovinos a pasto, aumentando o aporte de proteína metabolizável e reduzindo a excreção de nitrogênio.
- O FS Ouro (DFS), fibra seca com solúveis, é altamente energético (NDT em torno de 90%). Trabalhos na ESALQ/USP e na APTA Colina demonstraram ganho de peso e eficiência alimentar superiores com inclusões de até 45% em confinamento, além de simplificar radicalmente a dieta na terminação a pasto, onde chega a representar mais de 95% da ração, eliminando milho, farelo de soja e ureia, impactando não só a composição nutricional mas favorecendo também a logística e operação do trato.
- O FS Úmido (WFS), fibra úmida com solúveis, é o de maior densidade energética e melhor precificação do portfólio. Pesquisa em centro especializado apontou que inclusões de 35% a 50% entregaram os melhores resultados de desempenho e de ROI em confinamento.
“Por trás de toda produção está uma estrutura de qualidade e segurança: monitoramento por NIR, análises em laboratórios nacionais e internacionais, e certificações como GMP+, ISO 9001, Kosher, Halal e FairFood, que atesta ingredientes livres de micotoxinas e resíduos como antibióticos. Ou seja, a evolução nutricional que a FS enxerga e ajuda a construir não é só sobre nutrir melhor: é sobre nutrir com ciência, rastreabilidade e sustentabilidade, do início ao fim da cadeia”, afirma Jefferson Albino.




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