Camila Santos – camila@dc7comunica.com.br
O setor de aquicultura também acompanhou essa tendência. Bem mais recente que as demais atividades, a tilapicultura ganhou, no início de 2025, a definição da norma Certified Humane para tilápias, estabelecendo padrões de bem-estar animal em todas as fases da produção, desde a alevinagem até o abate. Considerada a espécie de peixe mais cultivada no Brasil e uma das mais relevantes no cenário mundial, o peixe passa a contar com orientações técnicas auditáveis que reduzem o estresse, promovem saúde e garantem qualidade do produto final.
De acordo com a certificadora, a adoção de práticas de bem-estar melhora a qualidade de vida dos peixes e contribui para o equilíbrio ambiental, além de agregar valor ao produto, atendendo às exigências de consumidores e mercados cada vez mais atentos à origem dos alimentos.
Durante muito tempo, o bem-estar animal foi associado principalmente a aves, suínos e bovinos, mas a ciência já comprovou que peixes também sentem dor, estresse e desconforto fisiológico, condições que afetam diretamente desempenho, saúde e qualidade da carne. A norma surge como uma ferramenta técnica, auditável e reconhecida internacionalmente, permitindo que o setor brasileiro alinhe-se a práticas éticas modernas de produção de proteína animal.
Leia o conteúdo completo na edição 222 da revista Feed&Food

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