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África do Sul e Singapura removem restrições à carne de aves do Brasil

Com 25 países já reabrindo seus mercados, Brasil avança na retomada das exportações de frango após foco da doença em maio
Por Caroline Mendes
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Por Caroline Mendes | caroline@dc7comunica.com.br

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A África do Sul e Singapura retiraram as restrições temporárias impostas à carne de aves do Brasil, que haviam sido adotadas após a confirmação de um foco de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) em uma granja comercial no município de Montenegro (RS), no mês de maio. O anúncio foi feito pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), que já contabiliza 25 países que retomaram oficialmente a importação do produto brasileiro.

As restrições foram aplicadas em função do protocolo internacional que prevê suspensão das compras em caso de registro da doença em granjas comerciais. Em resposta, o Brasil adotou imediatamente um vazio sanitário na região afetada, com medidas rigorosas de contenção, eliminação de animais, limpeza e desinfecção das instalações. Passados 28 dias sem novos focos da doença, o país notificou a Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) e se autodeclarou livre da IAAP em junho, conforme previsto nos regulamentos internacionais.

Foto: reprodução
O anúncio foi feito pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), que já contabiliza 25 países que retomaram oficialmente a importação do produto brasileiro.

Além desses dois países, outras nações que já reabriram seus mercados incluem Argélia, Argentina, Bolívia, Cuba, Egito, Emirados Árabes Unidos, Filipinas, Índia, Marrocos, Paraguai, República Dominicana, Uruguai e Vietnã, entre outros.

O Mapa segue em negociações com os demais mercados que ainda mantêm restrições totais ou parciais, como China, União Europeia e Japão. Segundo o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, o objetivo é mostrar que o episódio foi pontual, devidamente controlado, e que o Brasil mantém um dos sistemas de vigilância sanitária mais eficientes do mundo.

A retomada gradual das exportações deve aliviar os impactos econômicos causados pelo embargo temporário e ajudar a estabilizar os preços no mercado internacional. Para o agronegócio brasileiro, o avanço representa um sinal positivo de recuperação e reafirma o compromisso do país com a segurança alimentar global.

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