Por Caroline Mendes | caroline@dc7comunica.com.br
O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) divulgou um estudo revelando variações significativas nos preços de peixes entre março e abril de 2025. Segundo o levantamento, o bagre registrou o maior aumento, com alta de 13,92%, atingindo R$ 14,24 por quilo. Outras espécies como gurijuba (12,53%, a R$ 29,54), corvina (9,37%, a R$ 21,02), xaréu (7,30%, a R$ 13,09) e dourada (5,08%, a R$ 26,46) também apresentaram elevações expressivas.
Por outro lado, algumas espécies tiveram reduções nos preços. O mapará liderou as quedas com 16,15%, sendo comercializado a R$ 16,15 o quilo, seguido por curimatã (-14,66%, a R$ 19,44) e sarda (-10,86%, a R$ 17,56). Essas oscilações podem estar relacionadas a fatores como aumento da produção ou mudanças nos hábitos de consumo.

No acumulado de abril de 2024 a abril de 2025, o tucunaré apresentou o maior aumento, com 35,34%, enquanto o cação e o mapará tiveram altas de 32,45% e 19,99%, respectivamente. A uritinga foi a única espécie que registrou queda no período, com redução de aproximadamente 10%. Os dados destacam a volatilidade dos preços no mercado de pescados, influenciada por fatores econômicos e ambientais.
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