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Os recorrentes desafios e as reais perspectivas da carcinicultura marinha brasileira

Por Itamar Rocha, Engº de Pesca (1ª Turma do Brasil), CONFEA
Por Caroline Mendes
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Itamar Rocha, Engº de Pesca (1ª Turma do Brasil), CONFEA

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Os equívocos do Governo Brasileiro (MAPA e MPA), que vem contribuindo para colocar em risco um dos setores mais estratégico, camarão marinho cultivado, do Agronegócio da Região Nordeste do Brasil, pelas equivocadas autorizações de importações de camarões cultivados, de países com histórico de doenças virais e bacterianas, de notificação obrigatória pela WOAHD (OIE), trazendo insegurança, afastando investidores e apoios financeiros.

Nesse contexto, merece chamar a atenção, o fato de que, em 2003, o Brasil produziu (90.190 t) e exportou (58.455 t), mais camarão cultivado do que o Equador (78.500 t / 58.011 t), ocupando a liderança mundial de produtividade (6.083 kg/há/ano) e, a liderança das exportações de camarão cultivado das Américas, bem como,  o 1º lugar das importações de camarão pequeno médio dos EUA, o 2º lugar das exportações do setor primário da Região Nordeste e o 1º lugar (55%) das exportações do setor pesqueiro brasileiro. Assim como, em 2004, ocupou o 1º lugar das importações de camarão tropical da União Europeia, chegando a se destacar como o mais promissor .

Leia o artigo completo na edição 218, mês de junho, da revista Feed&Food.

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