Camila Santos, de São Paulo (SP) – camila@dc7comunica.com.br
Os frigoríficos brasileiros estão cada vez mais voltados para a expansão internacional, buscando conciliar eficiência produtiva, diversificação de mercados e agregação de valor à carne bovina exportada. Empresas como Marfrig, Ramax e Frigorífico Estrela detalharam estratégias para atender a demanda global crescente, superar gargalos logísticos e explorar novas frentes de negócios, como o Sudeste Asiático, Oriente Médio e mercados secundários na África.
O debate ocorreu no contexto do 5º Fórum Pecuária Brasil, realizado em São Paulo (SP), organizado pela Datagro, com foco central nas discussões do setor exportador e as decisões estratégicas das empresas para manter a competitividade e aproveitar oportunidades globais.
Moderado por Roberto Perosa, presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC), o debate destacou a relevância do mercado interno e a expansão global das exportações brasileiras. “Embora as exportações ganhem destaque, cerca de 70% da produção de carne do país permanece no mercado doméstico, que atua como principal balizador de preços e estratégias da indústria. Atualmente, o Brasil possui acesso a mais de 150 países, com oportunidades ainda em negociação com Japão, Turquia e Coreia do Sul, mercados relevantes que importam grandes volumes de carne bovina, como os 700 mil toneladas anuais do Japão. Além disso, existem mercados complementares sendo abertos, como Indonésia, Filipinas e, possivelmente, África do Sul, consumindo quase 100 mil toneladas anuais de carne bovina”, aponta Perosa.
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