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Quando o cooperativismo transforma territórios

Com planejamento estratégico, expansão territorial e investimentos em infraestrutura e industrialização, a CAPAL amplia sua presença no sul e sudeste e reforça o papel do cooperativismo como motor de desenvolvimento regional.

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No campo, algumas transformações acontecem silenciosamente, mas deixam marcas profundas na paisagem produtiva e social das regiões onde se instalam. Ao ampliar sua presença territorial, investir em infraestrutura e integrar produtores em torno de um modelo cooperativista sólido, a Capal Cooperativa Agroindustrial tem consolidado um movimento que vai além do crescimento institucional: trata-se de um processo de transformação do agro regional. Nos últimos anos, a cooperativa tem expandido sua atuação por novas regiões do Norte Pioneiro (Paraná) e de São Paulo, incorporado estruturas produtivas e fortalecido a relação com seus cooperados, um conjunto de decisões estratégicas que posiciona a Capal como um agente ativo na modernização das cadeias produtivas e no fortalecimento do cooperativismo.

Esse avanço não ocorre por acaso. Segundo o presidente executivo da Capal, Adilson Roberto Fuga, a expansão da cooperativa é resultado direto de um planejamento estratégico estruturado ao longo de anos. A partir desse direcionamento, a organização passou a identificar regiões com potencial produtivo, mas ainda pouco atendidas por cooperativas, ampliando gradualmente sua presença e criando oportunidades para os produtores locais.

Expansão territorial e integração produtiva

Foi dessa forma que a Capal avançou para o Norte Pioneiro do Paraná e consolidou sua presença em regiões do interior paulista. Embora a cooperativa já estivesse presente em Itararé (SP) desde a década de 1970, áreas como Taquarivaí, Buri, Itapeva e Taquarituba apresentavam baixa presença cooperativista e produtores frequentemente isolados em suas atividades. Ao mapear esse cenário, a cooperativa passou a atuar de forma estruturada nessas regiões, ampliando o atendimento e integrando novos produtores ao sistema cooperativista.

Esse processo também foi impulsionado por movimentos de incorporação de cooperativas locais, que permitiram ampliar rapidamente a base produtiva e a presença territorial da Capal. Um dos primeiros passos nesse sentido ocorreu com a incorporação da Copaleste, nas cidades de Wenceslau Braz e Carlópolis, no Paraná. A integração abriu caminho para uma nova frente produtiva: o café. Embora a Capal não tivesse experiência inicial com a cultura, a cooperativa passou a oferecer assistência técnica aos produtores da região e, posteriormente, avançou também para a etapa de comercialização.

Leia a matéria completa na edição 228 da revista Feed&Food

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