A adoção de aditivos funcionais na aquicultura tem ganhado espaço como estratégia para tornar os sistemas de produção mais sustentáveis, eficientes e alinhados às exigências sanitárias. Termos como probióticos, prebióticos, simbióticos, pós-bióticos e fitobióticos são cada vez mais comuns no setor, mas ainda geram dúvidas quanto às diferenças e aplicações. O Instituto de Pesca (IP-Apta), vinculado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do São Paulo, é referência em pesquisas na área e desenvolve soluções voltadas à aquicultura nacional.
Diferenças entre os aditivos
Os probióticos são microrganismos vivos que, quando administrados em quantidades adequadas, promovem benefícios à saúde dos peixes. Na prática, auxiliam no equilíbrio da microbiota intestinal, fortalecem o sistema imunológico, melhoram o desempenho zootécnico e reduzem a incidência de doenças, contribuindo para diminuir o uso de antibióticos.
Os prebióticos, por sua vez, são compostos não digeríveis que servem de substrato para microrganismos benéficos no intestino, estimulando seu crescimento e atividade. Quando utilizados em conjunto, probióticos e prebióticos formam os simbióticos, potencializando os efeitos positivos sobre a saúde e o desempenho produtivo.
Já os pós-bióticos não contêm microrganismos vivos, mas substâncias produzidas pelos probióticos, capazes de reforçar a imunidade e a saúde intestinal. Os fitobióticos, por fim, são aditivos de origem vegetal, como extratos e óleos essenciais, utilizados para melhorar a digestibilidade, equilibrar a microbiota e fortalecer o sistema imune dos organismos aquáticos.
Leia a matéria completa na edição 229 da revista Feed&Food

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