Caroline Mendes, caroline@dc7comunica.com.br
O mercado físico do boi gordo iniciou a segunda quinzena de outubro com preços estáveis nas principais praças pecuárias, segundo o boletim Tem Boi na Linha, da Scot Consultoria. Em São Paulo, a arroba do boi gordo está cotada em R$ 307,00, a da vaca em R$ 282,00 e a da novilha em R$ 295,00. Já o “boi China” manteve o ágio de R$ 3,00/@, negociado a R$ 310,00/@.
De acordo com a consultoria, o equilíbrio entre oferta e demanda tem garantido estabilidade nas cotações. A boa disponibilidade de animais terminados em confinamento resultou em escalas de abate confortáveis, em média de nove dias. Além disso, o escoamento da carne apresentou melhora nos últimos dias, contribuindo para a sustentação dos preços.
No Paraná, o cenário também foi de estabilidade, com o boi gordo cotado a R$ 312,00/@, a vaca a R$ 285,00/@ e a novilha a R$ 305,00/@. O “boi China” é negociado a R$ 315,00/@. Já no Rio de Janeiro, as chuvas recentes favoreceram a recuperação das pastagens e limitaram a oferta de animais, mantendo as escalas de abate curtas, de aproximadamente cinco dias. Nessa praça, o boi gordo está cotado em R$ 308,00/@.
No Espírito Santo, a oferta de boiadas vem caindo, mas os preços seguem firmes: o boi gordo está em R$ 285,00/@, a vaca em R$ 270,00/@ e a novilha em R$ 275,00/@. O “boi China” tem ágio de R$ 10,00/@, cotado a R$ 295,00/@.
O levantamento também mostra que, em setembro, o poder de compra do pecuarista em relação ao boi magro (12,5@) foi mais vantajoso para produtores do Rio de Janeiro e do Acre.
No mercado de couro, o Brasil produziu 16,9 milhões de unidades no primeiro semestre de 2025, um aumento de 5,8% na comparação anual.
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