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Mesa de Mercado · CEPEA
Bezerro MSR$ 3.453,55=
Bezerro SPR$ 3.286,99=
Boi GordoR$ 366,50=
Soja PRR$ 154,35=
Soja PortoR$ 160,90=
MilhoR$ 68,58=
Suíno Carc.R$ 8,50=
Suíno PRR$ 5,44=
Suíno SCR$ 5,33=
Suíno SPR$ 5,84=
Bezerro MSR$ 3.453,55=
Bezerro SPR$ 3.286,99=
Boi GordoR$ 366,50=
Soja PRR$ 154,35=
Soja PortoR$ 160,90=
MilhoR$ 68,58=
Suíno Carc.R$ 8,50=
Suíno PRR$ 5,44=
Suíno SCR$ 5,33=
Suíno SPR$ 5,84=

Mercado do boi gordo mantém estabilidade com oferta equilibrada e melhora no escoamento da carne

Em São Paulo, arroba segue cotada a R$ 307,00; relação de troca favorece pecuaristas do Rio de Janeiro e Acre

preços

Caroline Mendes, caroline@dc7comunica.com.br

O mercado físico do boi gordo iniciou a segunda quinzena de outubro com preços estáveis nas principais praças pecuárias, segundo o boletim Tem Boi na Linha, da Scot Consultoria. Em São Paulo, a arroba do boi gordo está cotada em R$ 307,00, a da vaca em R$ 282,00 e a da novilha em R$ 295,00. Já o “boi China” manteve o ágio de R$ 3,00/@, negociado a R$ 310,00/@.

De acordo com a consultoria, o equilíbrio entre oferta e demanda tem garantido estabilidade nas cotações. A boa disponibilidade de animais terminados em confinamento resultou em escalas de abate confortáveis, em média de nove dias. Além disso, o escoamento da carne apresentou melhora nos últimos dias, contribuindo para a sustentação dos preços.

No Paraná, o cenário também foi de estabilidade, com o boi gordo cotado a R$ 312,00/@, a vaca a R$ 285,00/@ e a novilha a R$ 305,00/@. O “boi China” é negociado a R$ 315,00/@. Já no Rio de Janeiro, as chuvas recentes favoreceram a recuperação das pastagens e limitaram a oferta de animais, mantendo as escalas de abate curtas, de aproximadamente cinco dias. Nessa praça, o boi gordo está cotado em R$ 308,00/@.

No Espírito Santo, a oferta de boiadas vem caindo, mas os preços seguem firmes: o boi gordo está em R$ 285,00/@, a vaca em R$ 270,00/@ e a novilha em R$ 275,00/@. O “boi China” tem ágio de R$ 10,00/@, cotado a R$ 295,00/@.

O levantamento também mostra que, em setembro, o poder de compra do pecuarista em relação ao boi magro (12,5@) foi mais vantajoso para produtores do Rio de Janeiro e do Acre.

No mercado de couro, o Brasil produziu 16,9 milhões de unidades no primeiro semestre de 2025, um aumento de 5,8% na comparação anual.

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