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Melhoramento genético e inseminação artificial impulsionam produtividade da pecuária de corte no Brasil

O Brasil detém o maior rebanho comercial bovino do mundo, com mais de 230 milhões de cabeças, e grande parte desse desempenho está associada à evolução genética das últimas décadas

O avanço do melhoramento genético aliado ao uso crescente da inseminação artificial tem transformado a pecuária de corte brasileira, elevando índices de produtividade, eficiência reprodutiva e qualidade da carne. Em um cenário de margens mais apertadas, exigências ambientais e maior demanda global por proteína animal, essas ferramentas passaram a ocupar papel estratégico dentro das fazendas.

O Brasil detém o maior rebanho comercial bovino do mundo, com mais de 230 milhões de cabeças, e grande parte desse desempenho está associada à evolução genética das últimas décadas. Programas de melhoramento, conduzidos por associações de raça, centrais de genética e instituições de pesquisa, têm permitido selecionar animais superiores para características como ganho de peso, fertilidade, precocidade sexual, eficiência alimentar e qualidade de carcaça.

As principais técnicas de melhoramento genético incluem a seleção de animais com base em pedigree, desempenho e características fenotípicas, além dos cruzamentos entre raças, que buscam reunir as melhores qualidades de cada linhagem para obter um gado mais produtivo e resistente.

O melhoramento genético traz vantagens econômicas diretas à pecuária de corte ao elevar a produtividade e a rentabilidade dos sistemas de produção, já que animais geneticamente superiores apresentam ganho de peso mais eficiente, atingem o ponto de abate em menos tempo e reduzem custos com alimentação e manejo, além de permitir ciclos produtivos mais curtos e maior eficiência no uso dos recursos.

Leia a matéria completa na edição 227 da revista Feed&Food

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