Mesa de Mercado · CEPEA
Bezerro MSR$ 3.390,78
Bezerro SPR$ 3.182,01
Boi GordoR$ 338,65
Soja PRR$ 127,64
Soja PortoR$ 133,87
MilhoR$ 63,45
Suíno Carc.R$ 8,60
Suíno PRR$ 4,66
Suíno SCR$ 5,00
Suíno SPR$ 5,27
Bezerro MSR$ 3.390,78
Bezerro SPR$ 3.182,01
Boi GordoR$ 338,65
Soja PRR$ 127,64
Soja PortoR$ 133,87
MilhoR$ 63,45
Suíno Carc.R$ 8,60
Suíno PRR$ 4,66
Suíno SCR$ 5,00
Suíno SPR$ 5,27
Publicidade

CNA solicita que Comissão Europeia investigue boicote de varejistas franceses à carne brasileira

Confederação alerta para prática discriminatória e sem embasamento técnico por parte de redes varejistas da França

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) protocolou, nesta semana, uma representação formal junto à Comissão Europeia solicitando a investigação de práticas discriminatórias por parte de redes varejistas da França que anunciaram o boicote à carne bovina brasileira.

A medida foi tomada após declarações públicas de grandes redes de supermercados francesas anunciando a suspensão da compra de carne proveniente do Brasil, alegando preocupações ambientais. Para a CNA, tais ações configuram uma barreira comercial injusta, sem base técnica ou científica, e desconsideram os avanços do Brasil em sustentabilidade, rastreabilidade e conformidade com exigências internacionais.

“A decisão unilateral dessas redes varejistas não apenas prejudica os produtores brasileiros, que seguem rígidas normas ambientais e sanitárias, como também desrespeita as regras internacionais de comércio justo”, afirmou o diretor de Relações Internacionais da CNA, Gedeão Pereira.

Na solicitação, a CNA pede que a Comissão Europeia investigue se essas práticas violam os princípios do Acordo da Organização Mundial do Comércio (OMC) e da própria União Europeia, que preveem tratamento não discriminatório entre os países e baseiam medidas comerciais em evidências técnicas e científicas.

A Confederação também reforçou que o Brasil é líder global em produção agropecuária sustentável e que o setor tem ampliado os mecanismos de controle, como o monitoramento por satélite e as exigências de rastreabilidade para a exportação de carne bovina.

“A CNA seguirá atuando em todas as esferas para defender a imagem e os interesses dos produtores brasileiros, garantindo que nossos produtos continuem sendo reconhecidos pela sua qualidade e responsabilidade ambiental”, concluiu Gedeão.

Fonte: CNA, adaptado pela equipe FeedFood

LEIA TAMBÉM:

Exportações de proteínas animais crescem em receita na segunda semana de maio

Cooperativas de Santa Catarina respondem por 30% do PIB estadual e 70% das exportações

Cotações em baixa: milho e soja enfrentam cenário de pressão no mercado interno

Você está em
Texto 100%