Altemir Gregolin, especial para Feed&Food
A COP 30, que será realizada em Belém do Pará no mês de novembro deste ano, é o maior encontro de chefes de estado para tratar das questões do clima. Tema que vem preocupando o mundo com eventos climáticos cada vez mais extremos e de consequências cada vez mais imprevisíveis, colocando em risco a vida no planeta. A mudança da matriz energética fundada no petróleo, do padrão de consumo vigente, a preservação das florestas, dos rios e oceanos e o desenvolvimento de atividades sustentáveis são caminhos inexoráveis para reversão do quadro atual e grandes desafios para os governos e para a sociedade.
Nesta perspectiva, a produção de pescado se apresenta como uma alternativa de produção de proteína de origem animal que pode contribuir de forma significativa para a sustentabilidade. A Carta de Belém, elaborada durante o IFC Amazônia e que será encaminhada aos organizadores da COP30, defende a tese de que a produção de pescado, pelos seus atributos intrínsecos ligados à sustentabilidade, deve ser tratada como uma atividade produtiva estratégica para o planeta e para a Amazônia.

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