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Carcinicultura Marinha, um Mar de Oportunidades para o Brasil Navegar 

Por Itamar Rocha (abccam@abccam.com.br / ipr1150@gmail.com)
Por Caroline Mendes
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Na recente viagem de prospecção tecnológica que empreendemos á Indonésia, Vietnã e China, incluindo a permanente busca por oportunidades de despertar o interesse do mercado Chinês para o camarão cultivado do Brasil, notadamente nas classificações de camarões pequenos e médios, inteiros (70-80; 80-100 e 100-120)  ou sem cabeça (51-60; 61-70 e 71-90), foi possível constatar que na verdade, os desafios confrontados pela carcinicultura brasileira, estão diretamente associados á falta de apoio governamental, desde o aspecto dos financiamentos para a necessária estruturação setorial, notadamente no tocante a recuperação do seu sucateado parque industrial, bem como, os financiamentos de novas unidades produtivas, em especial, do necessário custeio operacional e formação de estoque regulador.

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Isso, tendo presente que ao analisarmos o cenário da produção mundial de camarão marinho cultivado, se tem presente, que tanto o Equador (1.450.250 t), China (954.580 t), Índia (850.000 t), Vietnã (547.000 t), Indonésia (492.000 t) Tailandia (400.000 t), Brasil (210.000 t) e México (188.560 t), estão projetando crescimento nas suas produções e exportações. Evidentemente, que o aspecto tecnológico, no tocante às importações de reprodutores SPF ou SPR, ou alternativamente, seus nauplios ou pós-larvas, que ocorre regularmente, em todos os países produtores de camarão marinho cultivado, onde o Penaeus vannamei ou Penaeus monodom não são nativos, com excessão do Brasil, tem feito a diferença, como ferramenta de competitividade que vem contribuindo para esse destacado crescimento setorial. 

Leia o artigo completo na edição 220 da revista Feed&Food

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