A Bolsa de Suínos do Estado de São Paulo “Mezo Wolters” definiu, nesta quinta-feira (25), a manutenção do preço do suíno vivo em R$ 108,00/@, nas condições Bolsa. De acordo com os dados divulgados pela Associação Paulista de Criadores de Suínos (APCS), o volume comercializado chegou a 22 mil animais.
O levantamento também aponta o suíno vivo a R$ 5,76/kg no dia 25 de junho, mesmo valor registrado nos dias 22, 23 e 24 de junho. A estabilidade ocorre em um cenário de atenção para os custos de produção e para a competitividade da proteína suína no mercado interno.
Milho recua levemente no dia
Entre os principais insumos acompanhados pela Bolsa, o milho foi cotado a R$ 63,09 por saca de 60 quilos. O valor representa leve queda em relação ao dia anterior, quando a saca estava em R$ 63,12. Nos dias anteriores, o indicador havia registrado R$ 63,04 em 23 de junho e R$ 62,97 em 22 de junho.
A relação suíno/milho informada pela APCS ficou em 1:1,71. O indicador é acompanhado pelo setor por refletir o poder de compra do suinocultor frente a um dos principais componentes da ração animal.

Carcaça resfriada tem ajuste
Na carcaça resfriada, os valores de referência para 25 de junho ficaram entre R$ 8,40/kg e R$ 9,50/kg. No dia anterior, a faixa estava entre R$ 8,60/kg e R$ 9,80/kg, indicando ajuste negativo na comparação diária.
O movimento também aparece na comparação com os dias 22 e 23 de junho, quando a carcaça resfriada permaneceu na faixa de R$ 8,60/kg a R$ 9,80/kg. A redução reforça um cenário de maior cautela na comercialização da proteína no curto prazo.

Boi gordo segue como referência competitiva
A tabela também mostra o boi gordo a R$ 340,50/@ em 25 de junho, mesmo valor observado no dia anterior. Na comparação com os dias anteriores, houve recuo frente aos R$ 343,90 registrados em 23 de junho e aos R$ 345,50 de 22 de junho.
No comparativo em dólar, a Bolsa informou o suíno vivo a US$ 20,81/@ e referência em reais de R$ 5,19. O conjunto dos indicadores mostra um mercado com estabilidade no suíno vivo, leve alívio no milho e ajustes na carcaça, em um momento em que a formação de preços segue influenciada por custos, oferta e concorrência entre proteínas.
Fonte: APCS, adaptado pela equipe Feed&Food
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