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Vacina contra febre aftosa é suspensa no Paraná

Trânsito de animais deve ser mantido até 31 de dezembro

Trânsito de animais deve ser mantido até 31 de dezembro

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) anunciou nesta terça-feira (15) que a vacinação contra a febre aftosa está suspensa no Paraná. A Instrução Normativa autorizando a suspensão prevê que os 9,2 milhões de bovinos e bubalinos não recebam a dose da vacina já a partir de novembro. A solenidade será realizada no Palácio Iguaçu, em Curitiba, a partir das 11h.

O reconhecimento nacional do Estado como área livre da febre aftosa sem vacinação faz parte da ampliação gradual prevista no plano estratégico 2017-2026 do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA 2017/2026).

Segundo o chefe da Divisão de Febre Aftosa do Ministério, Diego Viali dos Santos, as doses de vacinas contra a febre aftosa estocadas no Estado serão remanejadas pela iniciativa privada para os Estados que ainda irão aplicar o produto. “Sem a vacinação, o produtor paranaense vai economizar cerca de R$ 20 milhões por ano, valor equivalente a aquisição apenas da vacina, sem incluir os demais custos associados ao manejo dos animais”, diz.

Até o final do ano o Estado finalizará as ações pendentes para se tornar área livre sem vacinação, com a contratação de médicos-veterinários e técnicos para atuação na vigilância para a febre aftosa e a construção de um posto de fiscalização agropecuária, na divisa com São Paulo.

O trânsito de animais, produtos e subprodutos de origem animal provenientes ou destinados ao Paraná serão mantidos até 31 de dezembro deste ano. A partir de 2020, será proibido o ingresso de animais vacinados, bovinos e bubalinos. Posteriormente, quando houver o reconhecimento nacional, as demais regras de trânsito de animais suscetíveis à febre aftosa e seus produtos passará a vigorar conforme legislação vigente.

Fonte: MAPA, adaptado pela equipe feed&food.

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