Feed & Food
Mesa de Mercado · CEPEA
Bezerro MSR$ 3.390,78
Bezerro SPR$ 3.182,01
Boi GordoR$ 338,65
Soja PRR$ 127,64
Soja PortoR$ 133,87
MilhoR$ 63,45
Suíno Carc.R$ 8,60
Suíno PRR$ 4,66
Suíno SCR$ 5,00
Suíno SPR$ 5,27
Bezerro MSR$ 3.390,78
Bezerro SPR$ 3.182,01
Boi GordoR$ 338,65
Soja PRR$ 127,64
Soja PortoR$ 133,87
MilhoR$ 63,45
Suíno Carc.R$ 8,60
Suíno PRR$ 4,66
Suíno SCR$ 5,00
Suíno SPR$ 5,27
Publicidade

Sustentabilidade e rastreabilidade entram no centro das decisões da pecuária em 2026

Transparência, acesso a mercado e eficiência passam a definir a competitividade da produção pecuária brasileira em um cenário cada vez mais exigente

sustentabilidade na pecuária

Há anos discutimos sustentabilidade na produção pecuária. Falamos sobre exigências internacionais, pressão de mercado, clima, transparência, rastreabilidade e meio ambiente. Mas, ao entrarmos em 2026, há a sensação de que o debate amadureceu e que existe maior clareza sobre o que realmente está em jogo.

Muitas questões que antes pareciam distantes, complexas ou impostas externamente continuam desafiadoras, mas hoje se apresentam de forma mais concreta e inevitável, especialmente para aqueles que buscam permanecer competitivos em um cenário cada vez mais exigente.

Então, o que realmente muda?

O que muda é mais a perspectiva do que o entusiasmo. A sustentabilidade deixa de ser vista como um complemento ao sistema de produção e passa para o centro da conversa justamente porque toca em questões fundamentais e sensíveis: eficiência, reputação, risco, acesso a mercado e longevidade dos negócios. Em 2026, a produção pecuária brasileira não está necessariamente em um “ponto de virada”, mas sim em um ponto de decisão, no qual cada passo traz consequências mais claras para o futuro do setor.

A transparência continua sendo a tendência mais decisiva. O mercado global está cada vez mais organizado em torno de dados: de onde vêm os produtos, como foram produzidos. A rastreabilidade assume um papel ainda mais central, como a estrutura que conecta informações sanitárias, produtivas e ambientais.

O estudo recentemente divulgado sobre rastreabilidade reforça esse movimento ao mostrar que sistemas robustos e coordenados reduzem a incerteza, protegem os produtores em momentos de crise, aumentam a previsibilidade e oferecem uma base sólida para políticas públicas, crédito e decisões de compra mais informadas.

Em 2026, a rastreabilidade já não é mais uma promessa; é uma expectativa. No entanto, sua adoção exige tempo, coordenação e, sobretudo, atenção às limitações enfrentadas por muitas pequenas e médias propriedades, que ainda encontram barreiras antigas para incorporar tecnologia no ritmo esperado pelo mercado.

Leia a matéria completa na edição 225 da revista Feed&Food

sustentabilidade na pecuária

LEIA TAMBÉM:

Impextraco destaca estratégia baseada em produtos de especialidades durante a IPPE

36ª Reunião Anual do CBNA será realizada em maio de 2026, em São Paulo

Quedas chegam a 20% no preço do suíno em janeiro, aponta Cepea

Você está em
Texto 100%