Os mais recentes relatórios do WAHIS apontam uma série de surtos de doenças animais em diversos países, provocando mortes em massa e abates preventivos para conter a propagação. Na Espanha, a peste suína africana foi registrada pelo primeiro vez em 31 anos, com 16 javalis encontrados mortos. Já no Vietnã, a peste dos pequenos ruminantes atingiu o país pela primeira vez, com duas cabras domésticas testando positivo.
A influenza aviária também avançou em diferentes regiões: nas Ilhas Cayman, cinco aves domésticas morreram e 61 foram abatidas; na Alemanha, o primeiro surto desde 2024 provocou a morte de 200 aves domésticas e o abate de 1.900; e na Polônia, 1.050 aves domésticas morreram e 3.250 foram abatidas.

A doença de Newcastle na Polônia marcou múltiplos surtos em diferentes zonas pela primeira vez: em Lomy, 48 aves morreram e 67 foram abatidas; em Grodziec, 3.437 aves morreram e 181.029 foram abatidas; e em Ptuzinczka, 1.266 aves morreram e 17.844 foram abatidas.
Entre os ruminantes, a febre do Vale do Rift reapareceu na África do Sul pelo primeiro vez desde 2018, com 40 casos positivos em ovelhas domésticas e 250 animais suscetíveis à infecção. No Reino Unido, a febre catarral ovina (Bluetongue) registrou seu primeiro surto em uma zona, com um bovino testando positivo e 596 animais suscetíveis.
Na Romênia, a varíola ovina e caprina atingiu 884 ovelhas e cabras, resultando na morte de 35 animais e no abate de 849. Especialistas reforçam a importância da vigilância constante, quarentenas e medidas sanitárias rigorosas para controlar a propagação dessas doenças, proteger a saúde animal e garantir a segurança alimentar global.
Fonte: WAHIS, adaptado pela equipe Feed&Food
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