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Rumo ao topo mundial

Brasil tem potencial para liderar a produção global de pescado, e a adoção de práticas sustentáveis é a chave para alcançar essa posição

Glaucia Bezerra | glaucia@dc7comunica.com.br

A aquicultura se consolida como uma alternativa estratégica para atender à crescente demanda mundial por proteínas de forma sustentável. Em um cenário marcado pelas mudanças climáticas e pela busca por maior eficiência produtiva, o setor apresenta soluções que ampliam a oferta de alimentos e contribuem para a conservação dos recursos naturais.

Para Natasha Seravali Flauzino Castellan, diretora de exportação da Brazilian Fish do Grupo Ambar Amaral, o futuro da aquicultura no Brasil e no mundo é promissor, especialmente considerando o potencial inexplorado do mercado nacional. “O consumo per capita de pescado no Brasil ainda é baixo em relação a outras proteínas, como frango, bovino e suíno. Isso representa um enorme mercado a ser estimulado por meio de ações de marketing em parceria com órgãos governamentais, visando aumentar e popularizar o consumo dessa proteína”, destaca. Ela aponta a tilápia como um exemplo de sucesso, que vem conquistando espaço entre os brasileiros por sua praticidade, sabor e perfil saudável.

No cenário internacional, Natasha reforça que as oportunidades estão diretamente ligadas à qualidade dos produtos e ao atendimento de exigências rigorosas dos mercados externos. Produtos de alto padrão, com certificações de sustentabilidade, responsabilidade social e segurança alimentar, são fundamentais para mercados exigentes, como o da América do Norte.

As inovações tecnológicas também têm desempenhado um papel central na evolução do setor. Segundo a diretora, a automação e a inteligência artificial (IA) estão revolucionando a gestão de fazendas aquícolas, permitindo monitoramento em tempo real da qualidade da água e a implementação de práticas como alimentação de precisão e controle da saúde dos peixes.

Você pode ler a reportagem “Rumo ao todo mundial”, na íntegra e sem custo, acessando a página 52 da edição de dezembro (nº 212) da Revista Feed&Food

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