Ao encerrar 2025, é possível afirmar com segurança que o ano foi positivo para os produtores de suínos. A rentabilidade se manteve consistente ao longo de todo o período, o que representou um alívio significativo, especialmente após pelo menos dois anos anteriores marcados por fortes prejuízos para o setor. Os resultados de 2025 permitiram que os produtores retomassem investimentos em suas granjas, um aspecto fundamental para sustentar a competitividade em relação a outras cadeias de proteína animal.
Já 2026 tende a permanecer desafiador para toda a cadeia produtiva da suinocultura, sobretudo em função do cenário macroeconômico e geopolítico, tanto no mercado interno quanto no internacional. Entre os principais pontos de atenção estão:
1 – As relações comerciais entre Estados Unidos e China.
2 – A postura do governo do presidente Lula em relação ao regime venezuelano.
3 – A capacidade do lado do “Brasil que trabalha”, representado pelo setor privado, de manter as exportações acima de 30% da produção nacional.
4 – O comportamento do câmbio e a reação de investidores estrangeiros diante do ambiente político e econômico brasileiro.
No mercado doméstico, a tendência é de aumento das tensões em função das eleições presidenciais e para o Congresso Nacional. Espera-se um ambiente turbulento, no qual discussões essenciais sobre prioridades nacionais como educação, saúde e infraestrutura podem novamente ficar em segundo plano, já que muitos potenciais candidatos parecem mais preocupados em manter ou conquistar o poder pelo poder.
Leia a matéria completa na edição 225 da revista Feed&Food

LEIA TAMBÉM:
ASBRAM antecipa crescimento da produção pecuária em 2026
Tyson Foods sofre forte queda no lucro com perdas na carne bovina no início de 2026





