Camila Santos – camila@dc7comunica.com.br
Com a crescente demanda por alimentos seguros e a pressão por eficiência operacional, a higiene no processamento de carnes assume papel central na indústria de proteína animal. Para Marisa Padula, engenheira de alimentos e chair do EHEDG Regional Brasil do Ital – Instituto de Tecnologia de Alimentos, os desafios vão desde a infraestrutura das plantas até o treinamento das equipes. “Considerando que os produtos cárneos são altamente suscetíveis ao crescimento microbiológico, é fundamental que todas as etapas do processo – do pré e pós-abate ao acondicionamento – estejam estruturadas para minimizar riscos de contaminação”, afirma.
Segundo Marisa, a correta integração entre projeto sanitário, equipamentos e ambiente é decisiva para garantir a segurança do produto. “Precisamos de uma visão abrangente de todo o ambiente produtivo. Equipamentos com design inadequado, superfícies de difícil acesso e sistemas de drenagem mal projetados dificultam as operações de limpeza e aumentam o risco microbiológico. A higienização eficaz depende de projetos bem pensados e de equipes capacitadas”, completa.
Leia a reportagem completa na edição 218, mês de junho, da revista Feed&Food

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