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Primato projeta R$ 6 bilhões em faturamento até 2033 com foco no cooperado e energia limpa

Cooperativa agroindustrial aposta em industrialização, biometano e inclusão social para crescer de forma sustentável e valorizar o campo
Por Felipe Machado
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Dando continuidade ao nosso especial que tem como objetivo trazer o impacto sócio-econômico das cooperativas brasileiras em seu entorno, trazemos para nossas páginas a saga de sucesso da Cooperativa Primato, que visitamos in loco. Fundada em Toledo (PR), em 1997, a Primato é considerada jovem, mas já atua com intensidade em mais de 320 municípios, abrangendo o oeste e sudoeste do Paraná, oeste de Santa Catarina e parte do Mato Grosso do Sul. Ao longo dos anos, vem consolidando sua presença com um modelo de desenvolvimento que prioriza o crescimento sustentável a partir das demandas dos cooperados. “A Primato trabalha como o rabinho do porco: sempre no entorno, buscando crescer com firmeza. Isso nos trouxe até aqui, com 11 mil cooperados e 1.300 funcionários”, explica o presidente Anderson Sabadin.

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A diversidade de áreas é uma das bases da estratégia da cooperativa. A Primato atua horizontalmente com as principais atividades do campo: piscicultura, bovinocultura de corte e leite, suinocultura e avicultura. Além disso, mantém forte integração com a indústria de transformação, especialmente com fábricas de ração, biofertilizantes, biogás e biometano. “O grande ativo da Primato não são os negócios em si. O nosso maior valor é o cooperado. É a partir das necessidades dele que estruturamos nossas soluções”, reforça o presidente.

A performance da cooperativa se destaca também pelos números: em 2024, a expectativa é alcançar R$ 2,2 bilhões em faturamento, com cerca de R$ 35 milhões em sobras. A rentabilidade média anual aos cooperados gira em torno de 20%. “Temos o cooperativismo como filosofia e a gestão empresarial como prática. O produtor precisa estar satisfeito com o retorno financeiro. Trabalhamos com dois indicadores principais: a satisfação do cooperado, medida mensalmente, e o resultado econômico de cada atividade”, detalha o Sabadin, ao comentar o modelo de gestão adotado.

Com foco em agregar valor à produção, a Primato também integra a cadeia por meio de parcerias e intercooperação. É uma das cooperadas da Frimesa, respondendo por cerca de 45% do leite industrializado da central e entre 18% da suinocultura. A cooperativa também atua em abates de tilápias, aves e bovinos com marca própria. Para sustentar toda essa estrutura, aposta em projetos de verticalização e industrialização. “A gente multiplica o valor do grão ao transformá-lo em proteína animal. Nosso compromisso é com o cooperado e sua família, mas também com a geração de riqueza para o mercado, o governo e a sociedade como um todo”, completa.

Clique aqui e leia a reportagem “TAKE 2: Crescimento com raízes fortes”, na íntegra e sem custo, acessando a página 24 da edição de Maio (nº 217) da Revista Feed&Food

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