A evolução da suinocultura brasileira tem reposicionado o país no cenário global, não só como exportador de carne suína, mas também como fornecedor de material genético. Esse avanço decorre de investimentos contínuos das empresas de genética suína — desde a importação de animais até a criação de centros de excelência em melhoramento genético — e foi impulsionado pela modernização da Estação Quarentenária de Cananeia, em parceria com o MAPA. Com isso, o Brasil atinge o patamar dos principais produtores globais de genética suína, fortalecendo sua competitividade e abrindo novas oportunidades no mercado internacional.
Esse foi o tema-central da palestra do presidente da Associação Brasileira das Empresas de Genética de Suínos (ABEGS), Alexandre Rosa, na Conexão Latino-Americana: Fortalecendo Parcerias na Cadeia de Valor da Suinocultura, que aconteceu ontem, 27 de março, em São Paulo.

Durante sua apresentação, o executivo destacou as características do modelo de produção suinícola brasileiro, seus diferenciais sanitários, a evolução genética do plantel nacional e as oportunidades que esse avanço abre para o Brasil no mercado interno e externo. “Investimos continuamente em tecnologias que aprimoram as características de maior impacto econômico na nossa suinocultura, impulsionando a produtividade e fortalecendo a competitividade do setor”, afirmou Alexandre.
Fonte: ABEGS, adaptado pela equipe FeedFood
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