Até recentemente a existência de mundos paralelos era apenas peças de ficção, histórias de entretenimento sem compromisso com a realidade e sem prejuízos econômicos para quem assistia.
E vamos falar aqui de um personagem que faz parte da vida cotidiana do brasileiro, seja de baixa, média ou alta renda, a tilápia. Sua história como alimento humano tem registros de seu uso há mais de 4.000 anos, porém no Brasil como negócio, aliás, agronegócio é uma história de 15 (quinze) anos. Isso mesmo, debutante. Mas nem por isso esperou a maioridade para mostrar ao que veio e logo se transformou no pescado mais consumido e mais exportado pelo Brasil e no único pescado produzido no país que está presente no prato de consumidores em todos os 27 estados da federação. Além, é claro, do Brasil ser o quarto maior produtor do mundo e ter os melhores índices mundiais de produtividade e uso de tecnologia em todas as etapas, da produção ao consumo.
Com uma apresentação desta poderíamos estar aqui falando o quanto a iniciativa privada e governo estão trabalhando juntos para continuar nas próximas décadas melhorando esses resultados, porém é exatamente neste ponto que aparece o portal do mundo paralelo.
Recentemente eu vi uma entrevista de um cientista brasileiro que teve oportunidade de conversar com um colega seu que havia ganho o prêmio Nobel e ele perguntou por que ela achava que o Brasil não tinha nenhum ganhador do prêmio Nobel, e imediatamente ele disse: vocês matam seus heróis. Aqui começa nossa história. A tilápia cresceu acima de 10% ao ano durante os últimos 12 anos. Nunca, mas nunca mesmo, uma proteína animal teve uma série histórica dessa no Brasil e assim se abre o portal do mundo paralelo destruidores de sucesso.
Leia a matéria completa na edição 229 da revista Feed&Food

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