O ano de 2025 foi positivo para o setor de genética bovina no Brasil, com crescimento expressivo tanto na entrada de doses de sêmen no mercado como na comercialização. É o que revela o INDEX ASBIA 2025, completo relatório elaborado pela Associação Brasileira de Inseminação Artificial (ASBIA) em parceria com o Cepea (Centro de Estudos em Economia Aplicada da USP).
A entrada de doses no mercado, que representa a soma do total produzido no país e o volume importado, avançou 15,57% em comparação a 2024. Ao todo, foram 23.097.678 de doses produzidas (+12,46%) e 7.275.207 importadas (+ 26,71%). Em termos de produção, destaque para sêmen com aptidão leiteira, que aumentou 20,90% em relação a 2024 e alcançou o recorde histórico de 3.819.753 doses.
Já a saída de sêmen, que considera vendas ao cliente final, exportações e contratos de inseminação por prestação de serviço, cresceu 8,87%, somando 27.979.347 de doses comercializadas. As vendas diretas ao produtor avançaram 9%, impulsionadas pelo aumento de 8% nas doses com aptidão para corte, que totalizaram 18.930.542 unidades, e pela alta de 10% no segmento leiteiro, com 6.533.237 de doses aos produtores.
O ano também foi marcado por recordes nas exportações de sêmen brasileiro, o que reflete o crescente reconhecimento internacional da qualidade e eficiência da pecuária brasileira. “Em 2025, registramos crescimento de 34% nas exportações de sêmen, atingindo volumes históricos tanto em doses com aptidão para corte como para leite. Além dos números expressivos, esse desempenho reforça a posição do Brasil como referência global, especialmente nos mercados tropicais. Na pecuária de corte, o avanço foi de 29%, com 598.718 doses exportadas. Já em aptidão leiteira, o crescimento chegou a 41%, totalizando 519.616 doses embarcadas”, informa Luis Adriano Teixeira, presidente da ASBIA.
Leia a matéria completa na edição 229 da revista Feed&Food

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