Camila Santos, de Belém (PA) camila@dc7comunica.com.br
Juliana Antonangelo, da Redação I juliana@dc7comunica.com.br
Na segunda edição do International Fish Congress & Fish Expo Amazônia (IFC Amazônia), a Diretora do evento, Eliana Panty destaca o papel estratégico da piscicultura para o futuro da região Norte. Com mais de 5.200 inscritos, o congresso mostra o interesse crescente pela produção de peixes em escala comercial e pelas tecnologias mais modernas voltadas ao setor. “A gente está reunindo aqui empresas de nutrição, de tecnologia, com aeradores, alimentadores, sondas. O que existe de mais moderno”, afirma Eliana.
Segundo ela, o evento se consolidou como um verdadeiro ambiente de negócios e conhecimento, reunindo mais de 70 palestrantes nacionais e internacionais. “É um grande encontro do setor. Daqui sai a carta de Belém, que é um grande passo na consolidação de uma pauta única para a COP 30”, destaca a Diretora do IFC. Além das inovações, como o avanço genético do tambaqui sem espinha em Y, apresentado pela Embrapa. Segundo ela, um salto importante para ampliar a aceitação do pescado, inclusive em merendas escolares . Eliana também ressalta a valorização da gastronomia regional e da bioeconomia.
Para ela, o maior legado do IFC Amazônia é promover uma pauta comum entre diferentes atores e incentivar o mercado internacional. “E tudo isso é um cenário, gera um ambiente de negócios muito propício. A gente acredita que o IFC Amazônia vai deixar um legado muito grande no sentido de incentivar e de ampliar a produção. O estado do Pará está há 5 horas de Miami (EUA) pensando em mercado internacional, em exportação”, enfatiza a diretora.
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