Mesa de Mercado · CEPEA
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Bezerro SPR$ 3.182,01
Boi GordoR$ 338,65
Soja PRR$ 127,64
Soja PortoR$ 133,87
MilhoR$ 63,45
Suíno Carc.R$ 8,60
Suíno PRR$ 4,66
Suíno SCR$ 5,00
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China, Paraguai e Palau abrem mercados para produtos pecuários do Brasil

Autorizações alcançam cálculos biliares bovinos, suínos vivos e carnes bovina, ovina, caprina e suína.

Autoridades sanitárias da China, do Paraguai e de Palau autorizaram novas modalidades de exportação de produtos pecuários brasileiros. As aberturas foram comunicadas em 27 de julho pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE).

As decisões estabelecem as condições sanitárias necessárias para o comércio dos produtos entre o Brasil e os três destinos. Cada mercado, porém, envolve uma mercadoria e um procedimento específico de certificação.

China autoriza produto bovino

Com a China, o Brasil assinou protocolo sanitário para a exportação de cálculos biliares bovinos. O documento define os requisitos técnicos que deverão ser atendidos pelos exportadores brasileiros interessados em acessar o mercado chinês.

Inspeção sanitária e certificação das cargas garantem o cumprimento das exigências para exportar produtos pecuários brasileiros aos novos mercados. Crédito: Imagem gerada por IA

A negociação amplia a lista de produtos de origem animal autorizados pelo país asiático, principal destino das exportações do agronegócio brasileiro. Em 2025, a China importou mais de US$ 55,3 bilhões em produtos agropecuários do Brasil.

Suínos e carnes ganham destinos

O Paraguai aprovou o modelo de Certificado Sanitário Internacional (CSI) para a exportação brasileira de suínos vivos destinados ao abate. O documento será utilizado para comprovar o atendimento às exigências sanitárias paraguaias durante as operações comerciais.

Palau, por sua vez, aprovou os certificados para a entrada de carnes bovina, ovina, caprina e suína produzidas no Brasil. A decisão abre uma nova possibilidade de destino para frigoríficos habilitados a cumprir as condições estabelecidas pelo país importador.

As autorizações não representam embarques automáticos. A comercialização depende do cumprimento das exigências sanitárias, da certificação das cargas e, quando aplicável, da habilitação dos estabelecimentos exportadores.

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