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Caso de influenza aviária em ave silvestre em Minas Gerais não afeta produção comercial

IMA reforça ações de vigilância e biosseguridade após detecção do H5N1 em trinta-réis-de-bando no município de Paracatu
Por Caroline Mendes
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Por Caroline Mendes | caroline@dc7comunica.com.br

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O Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) confirmou, em 27 de maio, a detecção do vírus da influenza aviária de alta patogenicidade (IAAP), subtipo H5N1, em uma ave silvestre da espécie Thalasseus acuflavidus (trinta-réis-de-bando), encontrada no município de Paracatu, região Noroeste de Minas Gerais.

Conforme determinações da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), o episódio foi classificado como “evento em aves silvestres”, não comprometendo o status sanitário do Brasil como país livre de IAAP em aves comerciais. Portanto, não há impacto sobre o comércio internacional de produtos avícolas.

Desde a notificação, a ave infectada foi adequadamente descartada e não houve detecção de novos casos na região. Não há, até o momento, envolvimento de plantéis comerciais.

O caso foi notificado ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), que atua em conjunto com o IMA na intensificação das ações previstas no Plano de Contingência Nacional para Influenza Aviária. A resposta inclui investigação epidemiológica, coleta de amostras em propriedades próximas e reforço da vigilância passiva e ativa, com foco especial em criações de subsistência e estabelecimentos avícolas comerciais.

Desde a notificação, a ave infectada foi adequadamente descartada e não houve detecção de novos casos na região. Não há, até o momento, envolvimento de plantéis comerciais.

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