Mesa de Mercado · CEPEA
Bezerro MSR$ 3.390,78
Bezerro SPR$ 3.182,01
Boi GordoR$ 338,65
Soja PRR$ 127,64
Soja PortoR$ 133,87
MilhoR$ 63,45
Suíno Carc.R$ 8,60
Suíno PRR$ 4,66
Suíno SCR$ 5,00
Suíno SPR$ 5,27
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Frango encerra julho com preços estáveis e leves recuos

Equilíbrio entre disponibilidade e procura limitou oscilações, enquanto férias escolares reduziram o consumo na segunda quinzena

Os preços da carne de frango apresentaram relativa estabilidade entre junho e julho nas regiões acompanhadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). A análise, divulgada nesta sexta-feira (31), indica que o equilíbrio entre oferta e demanda evitou oscilações mais intensas no mercado doméstico.

Em São Paulo, o frango congelado encerrou o dia 30 de julho cotado a R$ 7,14 por quilo. O valor representa queda diária de 0,14% e recuo acumulado de 1,65% no mês.

O frango congelado encerrou 30 de julho cotado a R$ 7,14 por quilo em São Paulo, com queda diária de 0,14% e recuo acumulado de 1,65% no mês. Fonte: Cepea

O produto havia permanecido em R$ 7,15 por quilo entre os dias 24 e 29, demonstrando pouca movimentação nas negociações ao longo da última semana do mês.

Resfriado permanece em R$ 7,16

O frango resfriado foi negociado a R$ 7,16 por quilo em São Paulo no dia 30, sem alteração diária. A cotação permaneceu nesse mesmo patamar desde 24 de julho e acumulou baixa mensal de 1,38%.

O frango resfriado permaneceu cotado a R$ 7,16 por quilo em São Paulo no dia 30 de julho, sem variação diária e com recuo acumulado de 1,38% no mês. Fonte: Cepea

Embora os indicadores paulistas tenham registrado pequenos recuos frente ao início do mês, o comportamento diário reforça o cenário de estabilidade apontado pelo Cepea.

Oferta reduzida compensa menor procura

Segundo pesquisadores do Centro, a disponibilidade de carne ficou limitada pela ligeira redução no alojamento de aves. Esse movimento ajudou a sustentar as cotações, mesmo com o enfraquecimento da demanda a partir da segunda quinzena.

A diminuição da procura é considerada típica do período e foi reforçada pelas férias escolares, quando o consumo institucional tende a perder ritmo.

Com oferta e demanda ajustadas em níveis semelhantes, o mercado encerrou julho sem movimentos expressivos. O comportamento dos preços em agosto dependerá da retomada do consumo após as férias e da evolução da disponibilidade de carne.

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