A APCS divulgou, em 2 de abril de 2026, os novos valores de referência da Bolsa de Suínos em São Paulo, com o preço do suíno vivo fixado em R$ 6,51 por quilo.
Além do animal vivo, a entidade também atualizou os valores da carcaça suína resfriada, negociada entre R$ 9,50 e R$ 10,30 por quilo, refletindo as condições atuais do mercado no estado.
Referências acompanham custos de produção
Os dados da APCS também indicam o preço do milho, principal insumo da atividade, cotado a R$ 70,32 por saca de 60 kg. O valor segue como um dos principais fatores de atenção para os produtores, já que impacta diretamente o custo de alimentação dos animais.
No mesmo período, o boi gordo foi negociado a R$ 358,90 por arroba, servindo como referência adicional para o mercado de proteínas e influenciando a competitividade entre as cadeias.

Mercado observa equilíbrio no curto prazo
A definição dos preços ocorre em um momento de maior cautela no setor suinícola, marcado por ajustes entre oferta e demanda e pressão sobre as margens dos produtores.
A manutenção dos valores sugere um cenário de relativa estabilidade no curto prazo, ainda que fatores como custos de insumos e comportamento do consumo sigam no radar dos agentes.
Indicadores ajudam na tomada de decisão
As referências divulgadas pela Bolsa de Suínos são utilizadas como parâmetro nas negociações entre produtores e frigoríficos, contribuindo para maior previsibilidade no mercado.
O acompanhamento desses indicadores é essencial para orientar estratégias de comercialização e gestão de custos dentro da cadeia produtiva.
Fonte: APCS, adaptado pela equipe Feed&Food
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