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Biosseguridade em matrizeiros

Questão de prevenção e estratégia essencial para a continuidade e o crescimento da avicultura de corte, a adoção consistente de medidas básicas, aliada à conscientização de todos os envolvidos, é o caminho mais eficaz para proteger a produção e garantir a segurança alimentar

biosseguridade avícola

Atualmente, os principais riscos sanitários enfrentados pelos Matrizeiros estão diretamente relacionados à introdução e à disseminação de agentes infecciosos dentro dos plantéis. Em sistemas de produção de matrizes, qualquer falha nesse controle não se limita a um problema pontual dentro da granja, mas pode comprometer toda a cadeia produtiva.

Entre os agentes de maior relevância, destacam-se doenças virais respiratórias, como a bronquite infecciosa, por exemplo, é uma das doenças virais mais desafiadoras dentro da avicultura de matrizes.

Quem explica essa questão é Jessica Karolina Rossi, Supervisora de Sanidade de Matrizes da Coopavel Cooperativa Agroindustrial. Segundo ela, além dos sinais respiratórios, seu principal impacto está na queda de produção e principalmente na qualidade dos ovos. “É comum observar ovos com casca fina, deformados e alterações internas que comprometem diretamente na incubação. Mesmo quando não há aumento expressivo de mortalidade, o prejuízo se torna evidente na redução da taxa de eclosão e na piora da qualidade dos pintinhos, gerando reflexos negativos no campo”, aponta.

Outra doença respiratória de grande importância citada pela especialista, é o Pneumovírus, especialmente por sua relação com quadros respiratórios e queda de desempenho produtivo. “Em matrizes, podem causar redução na postura e aumento de ovos descartados, além de predispor as aves a infecções secundárias, agravando ainda mais o quadro sanitário. Muitas vezes, o impacto não é imediato e explosivo, mas sim contínuo, prejudicando os resultados ao longo do ciclo produtivo”, afirma.

Leia a matéria completa na edição 228 da revista Feed&Food

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