Mesa de Mercado · CEPEA
Bezerro MSR$ 3.390,78
Bezerro SPR$ 3.182,01
Boi GordoR$ 338,65
Soja PRR$ 127,64
Soja PortoR$ 133,87
MilhoR$ 63,45
Suíno Carc.R$ 8,60
Suíno PRR$ 4,66
Suíno SCR$ 5,00
Suíno SPR$ 5,27
Bezerro MSR$ 3.390,78
Bezerro SPR$ 3.182,01
Boi GordoR$ 338,65
Soja PRR$ 127,64
Soja PortoR$ 133,87
MilhoR$ 63,45
Suíno Carc.R$ 8,60
Suíno PRR$ 4,66
Suíno SCR$ 5,00
Suíno SPR$ 5,27

Aves e suínos puxam alta de 5,4% na produção de rações

Setor soma 22,6 milhões de toneladas entre janeiro e março; projeção anual é de 94,9 milhões, ou 98,4 milhões com sal mineral

A indústria brasileira de alimentação animal produziu 22,6 milhões de toneladas de rações entre janeiro e março de 2026, avanço de 5,4% sobre o primeiro trimestre de 2025. A primeira prévia do ano foi divulgada pelo Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações) na segunda-feira (24).

Segundo a entidade, o crescimento acompanhou a expansão das principais cadeias de proteína animal, especialmente frangos e suínos. Dados do IBGE mostram que, no período, o abate de frangos aumentou 3,6% e o de suínos, 5,5% na comparação anual.

Projeção separa rações e sal mineral

Para 2026, a projeção atual é de 94,9 milhões de toneladas de rações, alta de 4,6% sobre 2025. Ao acrescentar 3,51 milhões de toneladas de sal mineral, o total da alimentação animal pode alcançar 98,4 milhões de toneladas, crescimento de 4,5%.

A distinção é necessária porque o patamar de 98 milhões não corresponde somente às rações. A nova estimativa para esse produto também está abaixo dos 97 milhões de toneladas projetados no início do ano.

Frangos de corte e suínos lideraram a demanda por rações no primeiro trimestre de 2026 e, juntos, responderam por quase 69% do volume produzido no País. Crédito: Reprodução

Frangos e suínos concentram demanda

A avicultura de corte demandou aproximadamente 10 milhões de toneladas no trimestre, ante 9,4 milhões em 2025. A projeção anual chega a 39,8 milhões de toneladas.

Na suinocultura, o consumo passou de 5,1 milhões para 5,5 milhões de toneladas, aumento de 7,8%, com previsão de atingir 23,6 milhões até dezembro. Juntas, as duas cadeias responderam por quase 69% das rações produzidas no trimestre.

Outros segmentos avançam

A bovinocultura de corte apresentou o maior crescimento proporcional entre os segmentos levantados, de aproximadamente 8,5%, para 1,3 milhão de toneladas. A pecuária leiteira consumiu 2,02 milhões de toneladas, enquanto as poedeiras demandaram 1,84 milhão.

Na aquicultura, o volume chegou a 500 mil toneladas, avanço de 6,4%. O segmento de cães e gatos movimentou 1,02 milhão de toneladas, enquanto o consumo destinado aos equinos permaneceu estável em cerca de 270 mil toneladas.

Você está em
Texto 100%