Camila Santos, camila@dc7comunica.com.br

A piscicultura brasileira vive um momento de expansão acelerada, consolidando-se como um dos setores mais promissores do agronegócio. No entanto, esse crescimento traz consigo desafios sanitários cada vez mais complexos, que vão desde o surgimento de doenças em alevinos até ameaças de patógenos que podem comprometer a produção e a qualidade do pescado destinado ao consumidor.
Nos últimos 20 anos, avanços em diagnóstico, vacinas e protocolos de biosseguridade têm reforçado a resiliência do setor, mas ainda há entraves regulatórios e riscos externos que preocupam produtores e especialistas. O equilíbrio entre inovação científica, eficiência produtiva e segurança alimentar é hoje um dos maiores pontos de atenção da cadeia. Francisco Medeiros, presidente da Peixe BR, entidade que representa os interesses da cadeia produtiva da piscicultura no Brasil, os principais marcos sanitários das últimas duas décadas refletem tanto o avanço da produção quanto os obstáculos enfrentados.
A presença de novas ameaças, como o vírus TiLV, e a necessidade de investimentos em biotecnologia e genética mostram que a sanidade será um dos pilares da tilapicultura até 2030. Quer entender os principais marcos, riscos e estratégias que moldam o futuro da piscicultura no Brasil?
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