Em duas décadas, o conceito de manejo transcendeu a mera execução de práticas diárias nas fazendas para se consolidar como uma visão sistêmica que integra produtividade, sustentabilidade e bem-estar animal.
A jornada, acompanhada de perto pela Feed&Food ao longo de seus vinte anos, marca a transição do campo analógico para o digital, onde sensores, softwares e algoritmos se unem à experiência do produtor para fundamentar decisões em dados concretos.
Essa transformação não é apenas tecnológica; é uma mudança de paradigma que aproxima a eficiência produtiva da ética em cada elo da cadeia. Embrapas, universidades, cooperativas e empresas privadas têm sido os motores desse movimento, posicionando o Brasil como referência global em adaptação às novas exigências de mercado.
O consenso entre os especialistas é unânime: a tecnologia será a grande aliada do manejo, mas o fator humano a sensibilidade, a capacitação e a capacidade de análise crítica continuará sendo o diferencial para o sucesso.
A maturidade do agronegócio brasileiro se manifesta na compreensão de que a rentabilidade a longo prazo está intrinsecamente ligada à responsabilidade ambiental e social.
Leia o conteúdo completo na edição 223 da revista Feed&Food

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