A Cobb-Vantress realizou, em 23 de junho, no Hotel Suntory, em Pará de Minas (MG), uma nova edição do Workshop de Manejo Inicial, conhecido como Brooding. O encontro reuniu cerca de 60 clientes da região para discutir práticas aplicadas às primeiras oito semanas de vida das aves, fase considerada decisiva para a uniformidade dos lotes e o desempenho posterior.
Programação aborda fase inicial
A programação abordou manejo de fêmeas e machos, ambiência na recria, nutrição inicial e resultados do Projeto Brooding. Também foram apresentados dados relacionados aos produtos Cobb800 e Cobb MX, além de indicadores utilizados para avaliar uniformidade, produtividade e resposta dos lotes ao manejo adotado nas primeiras semanas.

Segundo Eduardo Loewen, diretor-associado de Serviço Técnico da Cobb no Brasil, a formação do lote nesse período influencia diretamente os resultados zootécnicos e econômicos. “A uniformidade do lote nas primeiras oito semanas é um dos fatores mais determinantes para o sucesso da produção”, afirmou.
As apresentações foram conduzidas pelos gerentes regionais do Serviço Técnico da empresa Rodrigo Baião, Patrícia Marchizeli, Danillo Petinelli e José Luis Januário. O formato do workshop combina conteúdo técnico, análise de dados e troca de experiências entre equipes de produção, com foco em decisões aplicáveis à rotina das granjas.

Empresas recebem reconhecimento
Ao final do encontro, empresas de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo foram reconhecidas no prêmio Melhores Lotes Regionais Cobb. A premiação considerou duas categorias: índice de eclosão e número total de ovos por fêmea.
Na categoria Melhor Eclosão, a Rivelli ocupou as duas primeiras posições, com resultados de 83,3% e 82,4%. Já em Ovos Totais, a Globoaves, unidade de Paraíba do Sul, ficou em primeiro lugar, com média de 188,6 ovos por fêmea. A Granja Brasília terminou na segunda colocação, com 185,1 ovos.

Desempenho começa na recria
O encontro reforçou a importância do manejo inicial como base para a estabilidade produtiva das matrizes. Além da genética, fatores como ambiência, nutrição, padronização das aves e acompanhamento técnico permanecem centrais para reduzir variações entre lotes e sustentar melhores índices ao longo do ciclo.




