O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) confirmou novas detecções de influenza aviária de alta patogenicidade H5N1 em aves e gado leiteiro após quase 30 dias sem novas atualizações públicas do Serviço de Inspeção de Saúde Animal e Vegetal (APHIS). Os registros recentes envolvem propriedades no Texas, Utah, Dakota do Sul e Idaho.
Nos últimos 30 dias, três rebanhos leiteiros tiveram infecção confirmada, sendo dois no Texas e um em Utah. Em 2026, o número acumulado chegou a 85 rebanhos bovinos, abaixo dos 171 registrados em 2025 e dos 917 contabilizados em 2024, primeiro ano em que o vírus foi identificado em bovinos nos Estados Unidos.
Focos atingem produção avícola
Na avicultura, Dakota do Sul registrou um foco em uma criação comercial no Condado de Edmunds, com 29,7 mil aves afetadas, além de outra ocorrência no Condado de Brule, envolvendo 2,8 mil animais.

Idaho também confirmou dois focos nos condados de Ada e Canyon. Considerando os últimos 30 dias, o APHIS registrou ocorrências em duas criações comerciais e três plantéis de fundo de quintal no país.
Monitoramento permanece ativo
O USDA mantém programas de vigilância para acompanhar a circulação do H5N1 nos rebanhos leiteiros, incluindo análise periódica de amostras de leite e medidas relacionadas à movimentação interestadual de animais. A estratégia busca identificar propriedades afetadas e apoiar ações de biossegurança.
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) mantém a avaliação de baixo risco para a população em geral, mas considera maior a exposição de pessoas que trabalham diretamente com aves ou bovinos infectados e materiais contaminados.



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