Feed & Food
Mesa de Mercado · CEPEA
Bezerro MSR$ 3.390,78
Bezerro SPR$ 3.182,01
Boi GordoR$ 338,65
Soja PRR$ 127,64
Soja PortoR$ 133,87
MilhoR$ 63,45
Suíno Carc.R$ 8,60
Suíno PRR$ 4,66
Suíno SCR$ 5,00
Suíno SPR$ 5,27
Bezerro MSR$ 3.390,78
Bezerro SPR$ 3.182,01
Boi GordoR$ 338,65
Soja PRR$ 127,64
Soja PortoR$ 133,87
MilhoR$ 63,45
Suíno Carc.R$ 8,60
Suíno PRR$ 4,66
Suíno SCR$ 5,00
Suíno SPR$ 5,27
Publicidade

Tecnologia brasileira reduz desinfecção de veículos no agronegócio de 12 horas para 48 minutos

Sistema automatizado usa ar aquecido a 70 °C para eliminar vírus, bactérias e fungos, reforçando biossegurança e eficiência na logística do agronegócio

Desinfecção de veículos no agronegócio

O TADD System, desenvolvido pelo Grupo Setta, transforma a logística de transporte de animais ao reduzir de 12 horas para 48 minutos o tempo necessário para desinfecção de veículos. O sistema usa ar aquecido a 70 °C por 20 minutos, é totalmente automatizado, sem produtos químicos e eficaz contra vírus, bactérias e fungos.

A crescente preocupação com a influenza aviária em aves silvestres e de criação no Brasil reacende o debate sobre biossegurança na cadeia de proteína animal. O país responde por um terço da carne de frango consumida no mundo, com previsão de exportar até 5,5 milhões de toneladas em 2026, segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

Desinfecção de veículos no agronegócio
O Brasil responde por um terço da carne de frango consumida no mundo, com previsão de exportar até 5,5 milhões de toneladas em 2026. Crédito: Reprodução

Além de agilizar operações, o TADD System permite monitoramento remoto, rastreabilidade e gestão eficiente da frota, contribuindo para redução de custos e otimização logística. Segundo Vinicius Dias, CEO do Grupo Setta, a tecnologia também traz benefícios ambientais, diminuindo emissão de CO₂ e consumo energético.

A solução atende exigências do Programa Nacional de Sanidade Suídea (PNSS) e da Embrapa Suínos e Aves, protegendo o setor contra doenças como gripe aviária e síndrome reprodutiva e respiratória suína (PRRS).

Segundo a empresa, além de reforçar o controle sanitário, o sistema traz ganhos ambientais, reduzindo a emissão de CO₂ e o consumo energético em comparação com métodos baseados em químicos. Por não usar desinfetantes, elimina também o risco de desenvolvimento de cepas resistentes. A implantação do sistema leva de quatro a seis meses, com investimento estimado em cerca de R$ 3 milhões.

Fonte: Grupo Setta, adaptado pela equipe Feed&Food

LEIA TAMBÉM

China impõe tarifas provisórias de até 42,7% sobre lácteos da União Europeia

Brasil pode colher safra recorde de soja e alcançar 176,8 milhões de toneladas em 2025/26

ABPA reforça alerta de biosseguridade para produtores durante férias e fim de ano

Você está em
Texto 100%