Feed & Food
Mesa de Mercado · CEPEA
Bezerro MSR$ 3.390,78
Bezerro SPR$ 3.182,01
Boi GordoR$ 338,65
Soja PRR$ 127,64
Soja PortoR$ 133,87
MilhoR$ 63,45
Suíno Carc.R$ 8,60
Suíno PRR$ 4,66
Suíno SCR$ 5,00
Suíno SPR$ 5,27
Bezerro MSR$ 3.390,78
Bezerro SPR$ 3.182,01
Boi GordoR$ 338,65
Soja PRR$ 127,64
Soja PortoR$ 133,87
MilhoR$ 63,45
Suíno Carc.R$ 8,60
Suíno PRR$ 4,66
Suíno SCR$ 5,00
Suíno SPR$ 5,27
Publicidade

Sustentabilidade sanitária define o futuro da aquicultura

Controle sanitário, eficiência produtiva e ganhos ambientais tornam-se pilares estratégicos da aquicultura brasileira

aquicultura,sustentabilidade,sanidade

A sustentabilidade sanitária tornou-se um divisor de águas para a aquicultura brasileira. Para Francisco Medeiros, presidente da Peixe BR, não se trata de uma tendência, mas de um pilar de sobrevivência produtiva. “Primeiro que sustentabilidade sanitária, quando não acontece, o produto quebra. Então é um conceito superatual e obrigatório nas nossas atividades”, afirma. O setor, cada vez mais tecnificado, convive com ambientes de produção que exigem controle rigoroso de qualidade da água, biosseguridade eficiente e modelos produtivos capazes de prevenir perdas.

A evolução recente da atividade no Brasil acompanha movimentos globais. A aquicultura já responde por mais de metade do pescado consumido no mundo e ganhou protagonismo como alternativa sustentável frente às mudanças climáticas. O cultivo de peixes, camarões, moluscos e algas tem se destacado pela elevada eficiência de conversão alimentar e pela baixa emissão de gases de efeito estufa, já que espécies como tilápia e camarões não produzem metano. No caso das algas, a contribuição vai além: estudos apontam seu potencial para o sequestro natural de carbono, redução da acidificação dos oceanos e diversificação da economia azul, com aplicações que vão da alimentação à produção de cosméticos e biocombustíveis.

A atividade também tem papel ambiental direto. Ostras e outros moluscos bivalves, ao serem cultivados em zonas costeiras, funcionam como organismos filtradores, melhorando a qualidade da água e favorecendo a biodiversidade. A expansão da carcinicultura para o interior do Nordeste reforça ainda os impactos sociais, com geração de emprego em regiões de menor dinamismo econômico.

Leia a matéria completa na edição 224 da revista Feed&Food.

aquicultura,sustentabilidade,sanidade

LEIA TAMBÉM

Minerva Foods conquista ISO 45001 e se torna pioneira entre frigoríficos de bovinos na América do Sul

MBRF capta R$ 2,375 bilhões e alonga dívida com vencimentos até 2055

Tecnologia brasileira reduz desinfecção de veículos no agronegócio de 12 horas para 48 minutos

Você está em
Texto 100%