A suinocultura de Santa Catarina vive um momento de reforço nas medidas sanitárias, com a biosseguridade ganhando protagonismo nas granjas do estado. Mais do que uma exigência técnica, especialistas apontam que o conjunto de práticas é essencial para garantir a sustentabilidade da atividade e proteger um dos setores mais relevantes da economia catarinense.
Para a presidente da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), Celles Regina de Matos, a biosseguridade traz ganhos a todos, fortalecendo a suinocultura catarinense. “A biosseguridade já existe em Santa Catarina. A cadeia produtiva precisa que a sanidade esteja presente em todas as etapas”, afirma a presidente Celles.
A presidente da Cidasc destaca ainda que o auxílio que o Governo do Estado criou ajuda o setor a reforçar as medidas de biosseguridade. “A melhoria da sanidade permitirá ao produtor adequar sua produção, melhorar sua produtividade e ter garantia da perenidade de seu negócio, além de contribuir com o fortalecimento da nossa suinocultura, que é a que mais exporta no Brasil”, lembra Celles Regina de Matos.
Segundo Luciane Surdi, Conselheira do Instituto Catarinense de Sanidade Agropecuária (ICASA), a biosseguridade envolve ações voltadas a impedir a entrada e a disseminação de agentes causadores de doenças no plantel suíno. “Uma doença pode entrar pelo detalhe que foi ignorado”, alerta. Para ela, o tema delimita a diferença entre uma produção segura e uma atividade exposta a prejuízos sanitários e econômicos.
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