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BEZERRO MS: R$ 3.159,04
BEZERRO SP: R$ 3.036,75
BOI GORDO: R$ 342,95
SOJA PR: R$ 120,38
SOJA PORTO: R$ 126,20
MILHO: R$ 67,67
SUÍNO CARC.: R$ 10,21 =
SUÍNO PR: R$ 6,67
SUÍNO SC: R$ 6,63
SUÍNO SP: R$ 6,96 =
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Rio Pardo lança proteína de soja exclusiva para recém-nascidos

Com partículas ultrafinas, RPSOY C é voltado à nutrição de bezerros e leitões na fase inicial da vida
Por Camila Santos
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A Rio Pardo Proteína Vegetal apresenta oficialmente ao mercado interno o RPSOY C, uma proteína de soja com granulometria específica para a alimentação líquida de animais recém-nascidos. O lançamento, que ocorre durante a Fenagra 2025, realizada entre os dias 13 e 15 de maio no Distrito Anhembi (SP), amplia o portfólio da empresa, que já atua com os produtos RPSOY 180 e RPSOY 700 para diferentes espécies, e agora avança sobre um nicho estratégico: o dos sucedâneos lácteos para bezerros e leitões na fase pré-inicial.

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Com granulometria ultrafina — 75 e 100 mícrons —, o RPSOY C tem partículas até dois terços menores do que as usualmente encontradas no setor, o que favorece a solubilidade em líquidos e a digestibilidade desde os primeiros dias de vida dos animais. A novidade só foi possível após adaptações na unidade industrial de Sidrolândia (MS), onde foi instalado um sistema de moagem de alta performance, elevando a capacidade mensal de produção deste tipo de ingrediente de 800 para 2 mil toneladas.

Segundo Leandro Baruel, zootecnista e gerente de exportações da empresa, a redução do tamanho das partículas foi essencial para adaptar o produto às necessidades nutricionais dos neonatos. “O tamanho ficou um terço da nossa menor versão. Isso cria um ingrediente perfeito para compor sucedâneos lácteos líquidos, com altíssima digestibilidade, o que é fundamental para bezerros e leitões que ainda não consomem alimentos sólidos”, afirma.

A aplicação do RPSOY C favorece a transição alimentar nos sistemas produtivos, contribuindo para maior ganho de peso, melhor aproveitamento proteico e redução da mortalidade pré-desmame. “Esses animais passam por alto estresse ao deixarem o leite. Com um sucedâneo lácteo formulado com nossa proteína ultrafina, conseguimos facilitar a adaptação, reduzir perdas e melhorar o desempenho zootécnico nos primeiros dias de vida”, complementa Baruel.

Leandro Baruel é zootecnista e gerente de exportações da Rio Pardo (Foto: Divulgação)

Até então voltado exclusivamente à exportação — especialmente para países europeus com sistemas especializados na criação de bezerros —, o produto passa agora a ser comercializado também no mercado brasileiro. A formulação é derivada da linha RPSOY, já reconhecida como a mais digestível do país para diferentes espécies, de acordo com estudos realizados por instituições como a Universidade Federal de Viçosa (UFV), Unesp e Aquadvise.

Nos testes comparativos, a linha RPSOY apresentou digestibilidade de 98% para salmões, 94,32% para suínos e 83,7% para frangos e perus — sempre acima da média de mercado. Esse desempenho está diretamente ligado ao processo exclusivo de produção da Rio Pardo, que unifica as etapas de extração do óleo, remoção de solventes e eliminação de carboidratos solúveis em um único ciclo industrial. A tecnologia é patenteada no Brasil, EUA, União Europeia, Japão, Chile e Canadá.

Esse modelo produtivo traz benefícios como menor consumo de energia térmica e elétrica, menor impacto ambiental e manutenção da qualidade funcional da proteína vegetal. “Além de aumentar a eficiência nutricional, nosso processo garante um produto com menor teor de fatores antinutricionais, mais seguro para uso em animais jovens”, reforça o zootecnista.

Fonte: Rio Pardo Proteína Vegetal, adaptado pela equipe FeedFood.

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