A Embrapa assinou na segunda-feira (21), em Nanjing (China), um acordo de cooperação de cinco anos para desenvolver ferramentas de inteligência artificial (IA), robótica e automação voltadas a sistemas alimentares mais resilientes.
Para o setor de proteína animal, a integração de tecnologias avançadas na agricultura familiar e na base de fornecimento de grãos (como milho e soja) promete otimizar custos de produção e rastreabilidade na porteira.

Impactos na cadeia de grãos e pecuária
- Eficiência de insumos: O uso de máquinas inteligentes e modelos avançados de cultivo ajuda a baratear o custo da ração animal, principal componente do preço da carne de frango e suína.
- Sustentabilidade e resiliência: A presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, destacou que a automação visa sistemas alimentares inclusivos e sustentáveis, fundamentais para atender exigências de mercados internacionais.
- Intercâmbio tecnológico: O acordo envolve a Sinomach Digital Technology Corporation, a Universidade Agrícola de Nanjing (NAU) e a Academia de Ciências Agrícolas de Jiangsu (JAAS), impulsionando o fluxo de inovação aplicada ao campo.
A agenda da comitiva brasileira também incluiu reuniões estratégicas com o Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), o Banco dos Brics, presidido por Dilma Rousseff, visando atrair novos investimentos para a inovação agropecuária.



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