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Nutrição de qualidade na ordenha robotizada impulsiona produção de leite e rentabilidade

Tecnologias como edulcorantes e peletização aprimoram a palatabilidade das rações e garantem maior eficiência alimentar durante o processo de ordenha

Com o avanço da ordenha robotizada no Brasil, especialmente na região Sul, produtores de leite têm encontrado novas formas de elevar a produtividade e a rentabilidade de suas propriedades. Um dos fatores determinantes para o sucesso desse sistema é a nutrição de precisão, com foco em formulações específicas para os robôs de ordenha e na capacidade de ingestão das vacas durante esse momento estratégico.

A escolha de ingredientes de alta qualidade e o suporte técnico especializado são fundamentais para garantir que as vacas recebam a quantidade necessária de nutrientes em cada passagem pelo robô. Nesse contexto, tecnologias que melhoram a palatabilidade e a apresentação física das rações têm feito a diferença.

Um exemplo é o Sugarfeed, da Safeeds, um edulcorante de alta intensidade, com poder de dulçor 300 vezes maior que o açúcar. Com aroma de mel e sem residual amargo, o produto estimula o apetite dos animais e favorece a digestão, tornando a ração mais atrativa.

A escolha de ingredientes de alta qualidade e o suporte técnico especializado são fundamentais para garantir que as vacas recebam a quantidade necessária de nutrientes em cada passagem pelo robô.

Outro destaque é a tecnologia aglutinante H+A, também desenvolvida pela Safeeds, aplicada no processo de peletização das rações. Essa solução melhora a condutividade térmica, assegura a integridade dos pellets e reduz a formação de finos durante a produção industrial. “Isso garante a ingestão completa da ração pela vaca durante a ordenha, o que é essencial para alcançar a produtividade desejada. No final, essa eficiência se traduz em mais leite e maior retorno econômico ao produtor”, explica a assistente Técnico Comercial – Ruminantes da Safeeds, Eloize Askel.

Para ilustrar a importância da peletização, Eloize cita um exemplo prático: em uma propriedade com três ordenhas diárias, uma vaca permanece cerca de sete minutos em cada sessão e precisa consumir aproximadamente 8 kg de ração por dia. Isso significa uma ingestão média de 2,7 kg por ordenha — um desafio que exige precisão tanto na formulação quanto na apresentação física do alimento.

Considerando uma velocidade de liberação do concentrado no robô de 400 gramas por minuto, a qualidade dos pellets é decisiva. Se a ração se desmanchar e formar excesso de partículas finas, a apreensão e a mastigação pelas vacas podem ser prejudicadas, resultando em sobras no cocho e menor ingestão de nutrientes.

“Portanto, a qualidade da peletização não é apenas um detalhe técnico — é um fator crítico para garantir o desempenho alimentar das vacas, a eficiência do sistema robotizado e, consequentemente, a rentabilidade da produção leiteira”, conclui a especialista.

Fonte: Safeeds adaptado pela equipe FeedFood

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