Estive no evento de encerramento 2025 do Novilho Precoce, em Campo Grande. O legado de Armando Araújo, fundador da associação há 27 anos, é espetacular. Saiu de ônibus para visitar o setor de compras do supermercado Carrefour. Queria vender seus bois. Esperou para ser atendido e quando perguntaram quantos bois, ele disse: “20”! Os compradores riram e disseram que isso era nada.
O senhor Armando retorna, reúne vizinhos, amigos, consegue 20 mil bois e volta a São Paulo e fecha negócios. Quer dizer, Novilho Precoce nasce do ímpeto valoroso e do caráter de um homem que fez o que muitos consideravam “impossível”. Aliás, para mim, quando me dizem ser algo impossível, eu creio na sua total possibilidade.
Passados 27 anos, outro presidente, Rafael Gratão, se propõe a mais um passo ousado e inovador na pecuária de corte. Cria uma cooperativa. Essa cooperativa pretende reunir os quase 600 membros do novilho de corte, e tem como missão representar de forma cooperada todos os membros nas relações com os setores do antes das porteiras e com os clientes dos pecuaristas, frigoríficos, supermercados e com os setores de serviços financeiros.
Leia a coluna completa na edição 224 da revista Feed&Food.

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