O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) informou, em atualização publicada em 10 de julho, que 5.442.000 doses de vacinas contra clostridioses foram disponibilizadas ao mercado nacional durante o mês.
Do total, 4.031.840 doses, equivalentes a 74,09%, são importadas. As vacinas de fabricação nacional somam 1.410.160 doses, participação de 25,91%.
Doses importadas concentram oferta
A composição mostra que as importações representam a maior parte do volume informado em julho. Segundo o ministério, o trabalho junto à indústria de insumos veterinários busca ampliar a produção nacional, viabilizar compras externas e agilizar os processos de fiscalização e liberação dos produtos. O comunicado não apresenta a divisão das doses por estado, espécie animal, fabricante ou apresentação comercial.

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Vacinação integra prevenção
As clostridioses formam um grupo de enfermidades causadas por bactérias do gênero Clostridium. Elas podem afetar diferentes espécies de produção, incluindo bovinos, ovinos e caprinos, e estão associadas a quadros de evolução rápida e perdas nos rebanhos.
Entre as doenças relacionadas estão carbúnculo sintomático, botulismo, tétano, enterotoxemias e gangrena gasosa. Como os agentes podem permanecer no ambiente, a vacinação sistemática é apontada pela Embrapa como uma das principais estratégias de prevenção.
O protocolo deve considerar a espécie, a idade dos animais, o histórico sanitário da propriedade e as orientações do fabricante. Transporte, armazenamento, conservação e prazo de validade também precisam ser observados para preservar a qualidade das vacinas.
A definição do calendário sanitário deve contar com acompanhamento de médico-veterinário, responsável por avaliar os riscos da propriedade e orientar a escolha e a aplicação dos produtos.




