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Mesa de Mercado · CEPEA
Bezerro MSR$ 3.390,78
Bezerro SPR$ 3.182,01
Boi GordoR$ 338,65
Soja PRR$ 127,64
Soja PortoR$ 133,87
MilhoR$ 63,45
Suíno Carc.R$ 8,60
Suíno PRR$ 4,66
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Exportações recordes impulsionam suinocultura, enquanto preços do boi seguem firmes

Foto: reprodução

Por Caroline Mendes | caroline@dc7comunica.com.br

As exportações brasileiras de carne suína registraram recorde para o mês de maio, segundo levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Mesmo com leve recuo frente a abril, os embarques atingiram o maior volume já observado para o período, evidenciando o bom momento da suinocultura nacional no mercado internacional.

De acordo com os pesquisadores do Cepea, esse desempenho tem mantido o mercado interno aquecido, garantindo escoamento da produção e sustentação dos preços pagos aos suinocultores. A alta demanda externa, aliada à oferta ajustada, contribui para o equilíbrio nas cotações, favorecendo produtores e exportadores.

Os preços do boi gordo, da reposição e da carne seguem sustentados, reflexo da combinação entre oferta restrita e demanda consistente por parte da indústria e do varejo

No setor de bovinos, o cenário também é de firmeza. Os preços do boi gordo, da reposição e da carne seguem sustentados, reflexo da combinação entre oferta restrita e demanda consistente por parte da indústria e do varejo. A escassez de animais prontos para abate e o ritmo de compras por parte dos frigoríficos têm dado suporte às cotações em diferentes praças pecuárias do país.

Com isso, a cadeia produtiva do boi se mantém em equilíbrio, com os frigoríficos operando de forma mais cautelosa e produtores sustentando os preços. O ambiente de mercado, segundo o Cepea, é de estabilidade, sem movimentos bruscos nas negociações.

O desempenho das duas principais cadeias da pecuária brasileira evidencia a resiliência do setor em 2025, impulsionado por uma conjuntura de exportações aquecidas e gestão de oferta no mercado interno. A expectativa é de que, mantidas as condições atuais, os preços sigam firmes nos próximos meses, com bons indicadores para os elos produtivos.

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